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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Fim de noivado.

Data marcada, alianças gravadas, padrinhos escolhidos, lista de presentes, parcela do buffet, reserva da lua de mel, prova de vestido, buquê. Com todo o carinho e a dedicação que a ocasião merece, os preparativos do casamento estão a todo vapor. Você só não contava que, às vésperas do grande dia, ele mudasse de comportamento, engolisse em seco e acabasse com a festa antes de começar. É isso mesmo: com tudo pronto, ele pede desculpas mas não vai te esperar no altar. Só acontece em novela? Infelizmente, não, como comprovam as histórias a seguir.

Romper um noivado é muito doloroso. É o que diz  Paula Branquinta, cujo noivo terminou o relacionamento quando os preparativos do casamento estavam a mil. "Comecei a namorar um rapaz quando tinha 15 anos e ele, 24. Foi meu primeiro namorado. Namoramos um ano e três meses, depois ficamos mais dois anos noivos. Estava quase tudo pronto para o casamento, quando ele começou a ficar estranho", lembra.

Paula conta que o noivo foi se distanciando, se distanciando... "Até que acabou tudo. Sofri bastante", confessa. Não é para menos, né? A boa notícia é que a história não teve um final infeliz. Nove anos depois, ela encontrou um novo amor com quem tem planos de casamento. "Conheci um rapaz maravilhoso, que me ama, me respeita e me faz muito feliz. Vamos nos casar e já está tudo pronto", conta ela, que superou o passado e deu a volta por cima.

Apertem os cintos, o noivo sumiu

 Julis, de Belo Horizonte, namorava há sete anos um rapaz que morava em outra cidade. "Entre idas e vindas, decidimos nos casar. Ficamos noivos e dois meses depois comecei os preparativos para o nosso casamento", lembra Julis. Mas o noivo começou a dar indícios de que alguma coisa estava errada. "Brigávamos todos os dias. Pensei que todo homem ficava assim, com medo de casar. Eu e minha mãe resolvemos tudo sozinhas, tantos sonhos! Estava tudo pronto, só faltava o meu vestido. Três meses antes do dia do casamento, ele desapareceu".


Julis ficou desesperada. "Todo mundo me perguntando do casamento que estava se aproximando e eu não sabia o que dizer. Ele sumiu e não deu nenhuma explicação", conta, lembrando ainda que a família sofreu tanto quanto ela. "Meu pai se sentiu humilhado diante da sociedade: o que falar para os amigos e familiares? E eu, então, nem se fala: sonhando com aquele dia que nunca aconteceu", desabafa Julis que até hoje fica pensando em como teria sido a festa planejada nos mínimos detalhes. "Sou uma mulher frustrada!".

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Balzaquianas

Balzaquianas

Há quem empregue a palavra balzaquiana de forma pejorativa e até negativa. Mas, na realidade, é com 30 anos que as mulheres chegam ao seu ápice: mais maduras, realistas e vividas, elas esbanjam sensualidade e realização.
Elas são mais maduras, sensuais, menos tímidas, mais realistas e, principalmente, vividas. As balzaquianas, como ficaram conhecidas as mulheres de 30 anos, já suportaram muitos preconceitos pelo estigma que essa palavra trazia. Com tom pejorativo, muitas vezes eram rotuladas como "balzaquianas encalhadas", já que, antigamente, para se viver um romance era preciso ter no máximo uns 20 e poucos anos. O escritor francês Honoré Balzac, que viveu no início do século XIX, foi o primeiro a falar da incompatibilidade de casais e trazer à tona a discussão sobre a idade feminina. Foi ele quem considerou as de 30, mulheres no ápice da sua vida sexual, que conhecem como ninguém a arte de seduzir e encantar, e têm muitas histórias para contar.

Quando se está na faixa dos 20, há um certo temor em chegar aos 30. Muitas idéias na cabeça, sonhos, desejos e o medo de não alcançá-los. Mas até lá falta muito, é o que se pensa. A estrada parece ser longa. Então, o negócio é aproveitar. Nenhuma preocupação com o corpo, muito menos com a mente. E como o tempo não pára, os 30 chegam. "Antes eu fantasiava demais, vivia no mundo dos sonhos e ilusões. E é impressionante a mudança que aconteceu quando entrei nos 'inta'", declara a produtora de moda Flávia Dantas, de 31 anos, que passou a perceber com mais nitidez o mundo à sua volta. "Luzes acenderam na minha cabeça, idéias clarearam, fiquei mais intuitiva e, o que é melhor, passei a ter orgasmos múltiplos. Agora me conheço, estou mais solta, faço o que gosto com menos pudor, mesmo nas vezes em que encano com minhas celulites e a bunda caída. Isso é que dá sair com garotinhos de 20", diverte-se.

Mas nem tudo são flores. Flávia se encontra numa tardia crise dos 30, como define. Está vivendo sobre pressão, pois não tem lugar para morar, está abrindo uma empresa sem dinheiro e não tem namorado. "Há uma cobrança muito grande da sociedade para você dar certo profissional e socialmente e isso significa bom emprego e casamento. Então, me sinto devendo. Recomecei minha carreira agora, numa idade que sempre me imaginei bem resolvida", lamenta ela, que pelo menos se sente mais capaz em fazer acontecer. Flávia confessa que não tem mais o gás de anos atrás, mas a maturidade e os pés no chão lhe dão mais segurança de seguir o caminho que realmente quer, preocupando-se, é claro, com sua saúde. "Penso duas vezes antes de cair na noite. Amanhã não quero acordar com ruguinhas e olheiras", brinca.

O tempo passa, mas parece que os valores continuam os mesmos. Não faz muito tempo que o casamento deixou de ser visto como prioridade pelas mulheres, ou pelo menos por algumas delas. No entanto, no livro 'A Mulher de Trinta anos', de Balzac, a psicologia feminina é retratada com muita coerência e atualidade. Sua personagem principal, Júlia d`Àiglemont, é o primeiro retrato da mulher mal casada, consciente da razão de seus sofrimentos e revoltada contra a instituição imperfeita do matrimônio. A única coisa que a psicóloga Laura Rosa imaginava era estar casada aos 30. Nem passava na sua cabeça a profissional, a mãe ou a solteira. Tinha o sonho e correu atrás. "Casei aos 27 anos e por pressão minha. Tinha medo de 'chegar lá' sem marido. Na virada das décadas eu ainda estava casada, mas já começava a ser infeliz. Com 31 não agüentava mais a monotonia e o tédio do meu casamento e me separei", lembra ela, que revolucionou a vida depois do divórcio. Fez uma pós-graduação, emagreceu, conheceu pessoas e passou a ter prazer na própria companhia. "Me acho tão interessante, madura, agradável e inteligente que estou bem só. Mas essa clareza me veio aos trinta", afirma essa balzaquiana feliz, que pelo seu julgamento, não tem mais a beleza óbvia dos seus 20 e poucos, mas tem o que falar e muito a fazer.

Como na adolescência, a mulher desabrocha depois dos 30 anos. Adquire um ar mais sensual e os hormônios, mais harmonizados, borbulham diferente. A pele tem outra textura, o cheiro fica mais forte e elas, mais sensíveis. "Me sinto mais mulher. Já casei, separei e minha filha já tem 10 anos. Já pude sentir no meu corpo muitas sensações femininas intensas. Tenho uma história que não se compara a nada, mas o melhor seria ter o mesmo corpinho e carinha dos meus 20 anos e a cabeça dos 38", deseja a empresária Silvia Freitas, que confessa ter medo de envelhecer apesar de estar trabalhando bem essa questão. "É difícil notar e aceitar algumas mudanças, do tipo abaixar e perceber que meu rosto dá uma despencada, mesmo que sutil. Mas como isso não é tudo, vou buscar desenvolver meu lado espiritual e concretizar meus projetos de vida", ensina ela, que ainda se considera uma perdida profissionalmente apesar de saber do que gosta. Silvia explica que só começou a viver mesmo aos 29, quando se separou e ficou encantada. Segundo ela, nessa fase, engolia a vida e os homens, é claro.

Para o psicólogo Paulo Próspero, as balzaquianas realmente vivem um florescimento de valores intelectuais e espirituais. "É uma conjunção imbatível: elas aliam belos dotes físicos, a maturidade pessoal e encontro espiritual", define. Mas, para ele, há uma mudança no padrão das 'balzacas'. Diferente do início do século XIX, quando Balzac escreveu seu livro e trouxe uma nova realidade para a sociedade, hoje ele vê esse período mais alongado, com mulheres de 40 e 50 anos vivendo na sua plenitude. "Elas se cuidam mais e têm a possibilidade de fazerem uma manutenção física melhor. Fora a experiência de vida, pois o tempo é uma grande escola para quem quer aprender. E além de bonitas, elas têm bagagem", avalia.

Parece que a vida começa aos trinta. Ou pelo menos um novo sentido de vida, onde as dúvidas vão se modificando, os medos são substituídos e os valores aperfeiçoados. Aos 36 anos, a jornalista Cristina Fernades não tem mais 'aquela' ansiedade. Sabe esperar, entender e procurar. "Sei a hora de caminhar e voltar e faço as coisas acontecerem. Não tenho mais aquele corpinho de uma gatinha. Mas sei como ter e dar prazer. Aprendi a cobrir e despir com classe e segurança. Dane-se os peitos caídos ou as celulites que cismam em se instalar nas minhas coxas", revela. Cristina tem o rosto ainda sem marcas, fruto dos cremes milagrosos e de sua disciplina árdua. Mas os olhos são expressivos e com bolsas que carregam a bagagem do que viveu e, segundo ela, das mágoas que chorou.

E como já dizia Balzac em seu livro: "Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... obedece a um sentimento consciente. Escolhe... dando-se. A mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode comparar nem apreciar... Uma mulher... se esconde sob mil véus... Afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser pudica e até embelezar-se com a desgraça", finaliza.

O segundo casamento é mais fácil ?

O primeiro casamento não deu certo. Sentindo a dor da separação, você jurou que nunca mais iria se casar de novo. Mas aí o tempo passou, as feridas cicatrizaram, um novo amor chegou e, quando você se deu conta, estava prestes a juntar as escovas de dente novamente. O segundo casamento é mais fácil ou mais difícil que o primeiro? Mulheres que estão no segundo matrimônio respondem abaixo.
Se tem uma coisa que o primeiro casamento mostra é a necessidade de ser tolerante com os defeitos do outro. Helena acredita que o segundo pode ser melhor do que o primeiro. "Estou no segundo casamento e hoje sei exatamente como levar a relação, como conversar, como conseguir as coisas", diz ela, que parece mais compreensiva com as limitações do companheiro. "Ninguém é perfeito e todos temos defeitos. Não devemos nos apegar a pequenas coisas, implicâncias bobas do dia a dia. Se não soubermos entender e lidar com o outro, o amor acaba rapidamente", lembra.

É casando que se aprende

 Cindy conta que, no segundo casamento, se relaciona de forma mais madura. "Em minha primeira experiência, eu era muito ingênua. Acreditava que querer é poder, e que com amor e dedicação a gente consegue moldar as pessoas e mudar a situação. Hoje sei que não é assim", conta ela, que ficou casada por nada menos do que 21 anos.

Cindi acredita que um casal tem que ter afinidades e compatibilidades. "Devemos considerar fatores racionais e não somente emocionais na escolha do nosso companheiro de vida. A mulher não deve tomar para si todas as responsabilidades, devemos tirar a monotonia e a rotina da relação e não ficar parada no tempo", enumera ela que, depois de todo aprendizado, está muito feliz na nova relação. "Está melhor do que eu poderia imaginar!!!", comemora.

É preciso ter em mente que, mesmo com experiência e maturidade, o segundo casamento não é garantia de que tudo vai dar certo. Na segunda experiência, a primeira pode teimar em dar as caras, como acontece com a  Helen Mendes. Ela se separou do primeiro marido e se casou novamente. "O problema é que a ex dele não para de ligar, sempre com a mesma desculpa: os filhos, a casa dela, a mãe dela. É um saco e isso me irrita profundamente", revela.

Helen suspeita que a relação do marido com a ex-mulher ainda não esteja 100% resolvida. "Já tem 3 anos que eles se separaram, mas ela não se conforma com o final do casamento", conta Helen, se dizendo capaz de entender o sofrimento da rival por já ter passado por uma separação dolorosa. "O que não dá pra aceitar é que o tempo passa e ela continua na mesma. Acho que a culpa é dele, que dá espaço pra isso. Tenho me desgastado demais e estou a ponto de desistir", desabafa.


Erros X acertos

Segundo a psicóloga Beatriz Amaral, não há o lado bom ou ruim de casar pela segunda vez. "O que acontece é que, quando o primeiro casamento não vai bem e a separação é inevitável, esta experiência tão forte e marcante é fonte de um grande aprendizado não só para uma nova relação como para toda a vida", explica, salientando que, numa segunda união, o que vai mudar é a experiência de já ter passado por algo semelhante, não ser mais uma novidade morar junto com outra pessoa, dividir espaços, responsabilidades e tudo que envolve um casamento na prática. "Mas não há a garantia de que será melhor que o outro. Apenas será diferente", afirma.

Para Beatriz, tendo mais experiência você adquire mais recursos para enfrentar situações que no passado foram problemas e talvez no novo relacionamento não sejam. "A pessoa está mais madura, os filhos do primeiro casamento já estão grandes, a situação financeira pode estar mais estabilizada, aspectos que contribuem para uma fase de crise ou união conjugal", explica.

Mas a psicóloga lembra: outros fatores de estresse virão. "A grande diferença do primeiro casamento para o segundo é que são relacionamentos diferentes com pessoas diferentes. O que quero dizer é que a pessoa que se casa pela segunda vez não é a mesma pessoa que casou no passado, porque nós mudamos sempre. Um casamento duradouro, no meu ponto de vista, é a arte de se relacionar com uma nova pessoa todos os dias", conclui.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

04 dicas para saber se ele está a fim de você

Dicas Totalmente Verdadeiras, meninas, prestem atenção!
 
Dica 1: aprenda a ouvir o silêncio da rejeição

Mulher apaixonada não sabe ouvir um “não”! Pior ainda se você, menina, se enquadra na transa, na ficada de uma noite. O silêncio no celular feminino que sucede uma beijoca é a maior das torturas. “Ele não ligou, mas vai ver que…”

… vai ver que nada, minha Esmeralda. Passou um, passaram dois dias, três dias no máximo, o vibracall não fez cócegas? Esqueça! Homem apaixonado procura. Homem apaixonado não espera. Homem apaixonado é um jamaicano: corredor, veloz, olímpico, campeão, sorridente.

Minha Pequena, a grande qualidade do macho é o orgulho. Um homem, e somente um homem, poderia ser Napoleão. É só engolindo três colheres de traições, umas duas de intriga, uma fatia de ilusão perdida com aquele açucarzinho de inveja e amores perdidos, que se chega à educação sentimental de um sujeito não depilado.

Dica 2: ter esperança engorda

O homem enxuga a alma com cerveja e futebol. E com guerra, bomba atômica e bravata. Essas coisas comezinhas da vida… Tomamos um fora? Pode até doer, vai doer, mas seguimos adiante. É preciso usar cuecas, chuteiras e meião para tocar a bola para frente. Fazer a fila andar.

Vocês deviam aprender isso. Somos bons nisso. Nossa dieta sentimental é potentíssima. É preciso, de novo, ter orgulho para, mesmo querendo, mesmo mendigando de vontade por um sorriso daquela garotinha, pedir a conta ao coração e ordenar ao cérebro para buscar o carro no valet e partir para a próxima boate.

Faça isso. Não dê de comer à sua dor. Para os moços, uma rejeição será sempre guardada no bolso, na carteira, entre a camisinha e o Visa Electron. A gente aprendeu molequinhos que alimentar a esperança deixa o corpo gordo.

Dica 3: os sinais masculinos são claros

Minha Pieta, ao contrário de vocês, moças, que sabem disfarçar o interesse nos jovens mancebos, a natureza não proveu o Juquinha Sapiens com sagacidade, astúcia e destreza. Nossa tática é derrubar o copo. É apertar os bumbuns. É chutar o balde, a canela e o cano. É dizer ou deixar claro, mesmo com o mais tonto dos e-mails, que, sim, estamos a fim de você. Aliás, perceba: quase nunca um homem é simpático por ser simpático. Atrás de cada sorriso masculino, guardada por aquela coluna de dentes, há uma língua e uns três litros de vontade de te fazer deitar na nossa ladainha.

Isso quer dizer que, se a gente estiver mesmo a fim de vocês, seremos chatos e inconvenientes. E claros! Não sabemos disfarçar empolgação. (O que é bem legal quando o sentimento é recíproco: vocês vão curtir serem paparicadas o tempo todo. E a gente vai adorar tomar “um banho de água fresca no lindo lago do amor”).

Dica 4: a vida é encrenca

Quando a gente não quer te amar e você insiste, a nossa caminhada alegre rumo à morte se torna velocíssima. Tudo se torna inferno. Eu não quero você no inferno. O inferno só rende bronzeado. Não faça isso com sua alma! Passe vergonha e protetor na cara, e anote os sinais óbvios que a gente dá, a mensagem óbvia que você não quer ler. Um fora masculino vem basicamente de três formas:

– Se a gente não estiver namorando ninguém, vamos alimentar suas ilusões em troca de passeios ocasionais ao motel. Você vai tomar isso como sinal de amor, e vamos nos aproveitar disso;

– Se a gente nem quiser ver sua fuça, vamos inventar desculpas bizarras para não sair com você, do tipo: “vou assistir a reprise de Coritiba x Nacional de Rolândia na casa do primo do meu amigo. É decisão! É decisão e o juiz marcou um gol!”; “vou pescar no Rio Tietê”; “vou viajar a negócios pro Haiti”. Vai do seu nível de semancol se ligar que o cara está te dando o fora sutilmente, sem querer te magoar

- Eventualmente, faremos coisas que nem percebemos. O famoso movimento “dando milho aos pombos”. Vamos mandar algum e-mail curto e coletivo sobre uma exposição qualquer e você achará que isso é um sinal de satélite para renovar a chance do “nosso amor”. Não e mil vezes não! Se você já se mostrou disponível e ele não foi direto, mil vezes: ELE NÃO TE QUER!

- E não esqueça: a “última que morre” também morre. Não regue demais a esperança. Aprenda que é da vida. Que tudo passa, tudo é passageiro, motorista e cobrador. E que a Beth não Farias diferente. Nem o Reginaldo. Deixa pra lá. Você tentou, você disse, você deixou claro, ele não embarcou na sua jangada?

Enfia minhoca no anzol e taca linha no mar. É hora de tentar uma nova sardinha.

Fonte: Marie Claire
 

LEIS DA ATRAÇÃO (COISAS QUE SE ATRAEM SEM ESFORÇO NENHUM):


Olhos e bunda
Pobre e funk
Mulheres e vitrines
Homem e cerveja
Chifre e dupla sertaneja
Carro de bêbado e poste
Tampa de caneta e orelha
Moeda e carteira de pobre
Tornozelo e pedal de bicicleta
Leite fervendo e fogão limpinho
Político e dinheiro público
Dedinho do pé e ponta de móveis
Camisa branca e molho de tomate
Tampa de creme dental e ralo de pia
Café preto e toalha branca na mesa
Dezembro na Globo e Roberto Carlos
Segundas-feiras e sono
Terças-feiras e sono
Quartas-feiras e sono
Quintas-feiras e sono
Sextas-feiras e cervejaaaaaaaaaaaaaaaaa
Chuva e carro trancado com a chave dentro
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico
Bebedeira e mulher feia