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Ribeirão Preto, SP, Brazil
Casamentos estão em alta, sabia?! Você procura uma cara metade pra se casar? Ajudaremos encontrar. Mulheres querem se casar, mas faltam noivos... Então, resolvemos atacar de CUPIDOS. Tá a fim? Que fique bem claro: este não é um site comum de relacionamento. É um meio sério, gratuito e bem intencionado, sigiloso, com a finalidade exclusiva de fazer com que as pessoas bem intencionadas se encontrem, se amem, se casem e sejam felizes!!! Siga o seu coração... A sorte está lançada! Escreva prá nós - precisocasar@yahoo.com.br

sábado, 12 de março de 2011

Preciso Casar, o blog, vai acabar!

Queridos amigos,

Preciso Casar, o blog, vai acabar!
Mas, em compensação, http://denisefariafestas.blogspot.com/ está bombaaaaaando!!!
Lá tem dicas de casamento, moda, comportamento, tendências, além de muitos prêmios, lindos presentes e parcerias comerciais, etc.
Eu quero convidar você, então, pra visitar, acompanhar e seguir Denise & Faria Festas, que vai dar continuidade ao Preciso Casar, mas de um jeito novo.
Vem com a gente.
Abraços,

DENISE & FARIA FESTAS

segunda-feira, 7 de março de 2011

Sexo sem amor não dá!

“Secretaria da Saúde distribuirá 14 mil camisinhas no Sambódromo de SP.”

“Campanha de conscientização alerta para a prática do sexo seguro.”

“A campanha “Sem Camisinha Não Dá”, da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, vai distribuir 14 mil preservativos no Sambódromo do Anhembi nestas sexta (4) e sábado (5). A distribuição acontecerá durante os desfiles das escolas de samba do grupo especial, com o objetivo de alertar os foliões sobre sexo seguro e riscos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas durante o Carnaval.”
Do G1 SP
A minha pergunta é: isso é incentivo pra se transar?
As campanhas públicas de proteção à saúde - exemplo a anti-AIDS – peca, infelizmente, pelo incentivo ao sexo casual, desordenado e banalização do sexo, com a força da mídia.
Gente! Onde está o amor nisso, o romantismo e a felicidade?!
Eu penso que essas campanhas poderiam incentivar o sexo seguro, mas, antes de tudo, valorizar a prática consciente, relacionada ao amor e à busca de felicidade.
Afinal, sexo sem amor, é que não dá!

sábado, 5 de março de 2011

Se beber não dirija! Aliás, nem precisa beber!

Se beber não dirija!
Quer dizer, você pode tomar todas, “encher o rabo”, só não dirija!
Será que é assim mesmo?
Quem disse que você precisa beber?
Quem disse que você precisa tomar todas, se embriagar até perder o controle e cair pra brincar o carnaval, pra ter coragem na balada, pra ser “o cara”!
Por que? De cara limpa você não é nada?
Essa campanha deve estar errada.
Você nem precisa beber...
Eu acho que deveria ser assim: “Não beba. Bebida faz à saúde. Aliás, faz muito mal e mata!” Você não precisa beber pra ser “o cara”.
Eu sou pela campanha “cara limpa”.
Não sou hipócrita, eu também gosto de alguns drinks, mas nunca passo da conta!
Podemos repensar essa idéia.
Seja você mesmo, homem e mulher de cara limpa!


Bandeira Branca - Eu quero um Carnaval em Paz!

Bandeira Branca

Bandeira branca amor
Não posso mais
Pela saudade que me invade
Eu peço paz (BIS)

Saudade mau de amor, de amor
Saudade dor que dói demais
Vem meu amor
Bandeira branca, eu peço paz


Bandeira Branca - Eu quero um Carnaval em Paz!
Chega de violência, de bebedeiras e acidentes, de sexo sem amor, de hipocresia sob a fantasia!
Saudade só de amor.
Eu vou aproveitar o mau tempo (aqui chove pra cacete), vou cair na folia...
Vou curtir meu Carnaval com a minha mulherzinha, já providenciei fantasia.
Sabe onde?
Na Casa do Dedé!
Vem comigo!

Tudo é carnaval!


Não se sabe, exatamente, quando surgiu o carnaval. É possível que suas raízes remontem a cultos primitivos dos gregos para agradecer aos deuses pelas boas colheitas. Ou que tenha começado no antigo Egito; ou, na Europa medieval. O mais provável é que o carnaval tenha suas origens na antiga Roma, antes de Cristo, quando nobres e escravos misturavam-se nas ruas, comemorando com muita comida, bebida, música, dança e sexo as Saturnálias, festas em homenagem ao deus Saturno.

Na Idade Média, com o fim do império romano e a ascensão do cristianismo, a Igreja Católica, preocupada com os “atos pecaminosos” inerentes à festa, tentou acabar com as Saturnálias. Mas, devido a forte resistência de seus fiéis, usando o ardil “se não posso com o inimigo junto-me a ele”, a Igreja reconheceu o carnaval, oficialmente, no ano 590, passando a programá-lo em seu calendário – sempre no 7° domingo que antecede ao domingo de Páscoa.

Em Portugal, o carnaval já era comemorado nos séculos 15 e 16, com o nome de “entrudo”. Era uma festa grosseira, violenta, imunda e, ao tempo, popular. Consistia em jogar sobre os outros água, ovos, farinha, pó de cal (que podia cegar), vinagre, groselha, vinho e outros líquidos que estragavam roupas, sujavam e tornavam malcheirosas as pessoas envolvidas. Essa forma de festejar o carnaval foi trazida pelos portugueses ao Brasil.

Ao longo do tempo, o carnaval tem se modificado bastante, afastando-se do apelo original que era provocar a censura moralista. Progressivamente, atualizado para a demanda do mercado turístico, nos últimos 30 anos, o carnaval tornou-se a maior festa do Brasil e os desfiles das escolas de samba, principalmente do Rio de Janeiro e São Paulo, possivelmente o maior espetáculo da Terra. A tendência é evoluir, impulsionada por três fortes argumentos: 1) promove o turismo, interno e externo, e injeta recursos na economia; 2) gera milhares de empregos, permanentes e temporários; 3) leva divertimento e alegria a um povo “sofrido”.

Comparadas a empresas, as escolas de samba – desde uma pequena de interior, limitada por dificuldades de toda a ordem e que, muitas vezes, só se mantém pela paixão, esforço e dedicação de seus dirigentes e integrantes, até uma grande –, precisam: 1) planejar e organizar-se para realizar o desfile: a maior dificuldade, certamente, é a falta de recursos financeiros, obrigando as escolas a usar  soluções criativas para driblar o problema; 2) contar com pessoas de diversos perfis e habilidades; 3) desenvolver ações de responsabilidade social, já que dependem da ajuda das comunidades para sua sobrevivência; 4) trabalhar num ambiente extremamente competitivo; 5) saber usar os resultados negativos para promover mudanças, melhorias; 6) enfrentar situações emergenciais, como o enguiço ou a quebra de algum carro alegórico ou, em situações mais dramáticas, incêndio nas instalações, obrigando a  realizar mutirões para recuperar ou substituir o que foi destruído. Além disso, as escolas de samba exigem duas características, muitas vezes ausentes ou não tão fortes nas empresas: a paixão pelo trabalho, obtido de uma forma muito mais natural, fácil e barata que as empresas; e maior democracia em prol da concentração e do comprometimento com a escola.

A mídia, principalmente a televisão, só fala de aspectos positivos, alertando, apenas, para o uso de preservativos e cuidados ao dirigir. Mas, os dias de folia tem um custo financeiro público, pouco comentado e, raramente, dimensionado. Na definição de Francisco Gomes, o carnaval é “um evento cujo custo é coletivo e o benefício é privado”. O excesso de alguns é pago pela coletividade: 1) a segurança: polícias rodoviárias, civil, militar, corpo de bombeiros e defesa civil são reforçadas e trabalham em jornadas extras para atender acidentes de veículos, ocorrências de roubos, furtos, assaltos, arrombamentos, homicídios e outras desavenças; 2) saúde: atender vítimas de acidentes, atentados, assaltos, roubos, abortos, intoxicação alcoólica e outras drogas; 3) limpeza pública; 4) força de trabalho: perda de tempo e energia; 5) pós-carnaval: muitos desses problemas continuam onerando o erário público.

Mesmo quem não gosta de “cair na folia” aproveita o feriadão para outras atividades, como viajar ou acampar; participar de cursos, romarias e retiros espirituais; cuidar da casa ou do sítio; ficar na praia; não fazer nada de especial. O mais importante é aproveitar o período para fazer o que se gosta, não se excedendo na bebida nem consumindo drogas, que podem acabar com a própria festa e a de outros, o que vale, evidentemente, para todos os dias.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O que é realmente bom dessa vida, despenteia




É preciso sentir a vida…
É preciso deixar que a vida te despenteie,
por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade.

O que é gostoso, engorda.

O que é lindo, quase sempre custa caro.

O sol que ilumina o teu rosto enruga.

E o que é realmente bom dessa vida, despenteia.

- Fazer amor, despenteia.

- Rir às gargalhadas, despenteia.

- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.

- Tirar a roupa, despenteia.

- Beijar a pessoa amada, despenteia.

- Brincar, despenteia.

- Cantar até ficar sem ar, despenteia.

- Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível.

Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu quero estar com o cabelo bagunçado,
mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.

O que realmente importa é que ao me olhar no espelho,
veja a mulher que devo ser.

Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:

Entregue-se, Coma coisas gostosas, Beije, Abrace,
dance, apaixone-se, relaxe, viaje, pule,
durma tarde, acorde cedo, corra...
Voe, cante, arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável,
Admire a paisagem, aproveite,
e acima de tudo, deixa a vida te despentear!!!

SEJA FELIZ!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A realidade sobre os homens, mulheres e relacionamentos – Um breve manual de sobrevivência do século XXI



1- Toda mulher tem pelo menos um homem ao seu pé. Se você não tem um é porque tá mentindo pouco .
2- Se o seu relacionamento está como “A Fazenda”: você é boazinha e sempre cumpre com suas obrigações, enquanto seu homem vive pegando umas vacas na balada, levando umas galinhas pra casa e mesmo assim nos fins de semana é sempre você que tá na roça, deixe ele tirar o leite sozinho. Acredite, para os homens, ficar sem sexo é pior do que descobrir que só tem fruta pra hora da sobremesa.
3- Músicas sertanejas não foram feitas exclusivamente para vocês. Se o seu relacionamento pode ser descrito por uma música sertaneja, pode ter certeza que a relação não vai durar. Cantores normalmente escrevem suas músicas baseadas em fatos reais e se esses relacionamentos tivessem realmente dado certo, Chitãozinho e Xororó não teria mais de 100 músicas de sucesso.
4- Homens pensam em sexo 90% do tempo, nos outros 10% eles estão pensando em como conseguir sexo.
5- Se nada der certo não arrisque com qualquer um, apele para o chocolate. Chocolate faz com que o cerébro produza as mesmas substâncias que uma pessoa apaixonada produz. Estudos na Inglaterra revelaram que mais da metade das mulheres preferem chocolate do que sexo – provavelmente porque com o chocolate o prazer é garantido.
6- Quando vocês brigarem, não o espere de braços abertos em sua casa. Lá, a única coisa aberta que ele vai querer são suas pernas.
7- Se o cara for comprometido não invista no relacionamento. Não há nada pior do que ser as “frutas cristalizadas” de uma relação. O relacionamento a três é como um Pannetone: o cara é o pão, a namorada a uva-passa, em que, com um pouco de leite, os dois juntos são até aceitáveis. Frutas cristalizadas não! Elas nunca são bem-vindas, só estão ali pra estragar o pão, mais cedo ou mais tarde vão ser tiradas pra fora e o seu destino será, no máximo, o ralinho da pia.
8- Desenvolva intolerância a lactose no melhor estilo Dr. Pet: Sempre que tiver uma vaca perto do seu homem, não deixe barato! Perca a paciência e solte os cachorros pra cima dela.
9- Não faça confusão. Armar o barraco e armar a barraca são coisas totalmente diferentes. E o primeiro é expressamente proibido, a não ser em casos de intolerância a lactose.
10- Mulheres têm cromossomo XX, homens XY e essa é a prova científica de que falta alguma coisa neles, afinal o Y não passa de um X que perdeu uma perninha.

Clareamento dentário.

Dizem por aí que o sorriso é nosso cartão de visita. Capaz de abrir portas, conquistar confianças e, por que não, corações. Mas para ter um sorriso de comercial de TV são necessários cuidados básicos como escovar os dentes diariamente - ao acordar e após as refeições -, usar fio dental e visitar o dentista regularmente. A correria do dia a dia, no entanto, faz com que pessoas recorram a técnicas e produtos de clareamento dentário facilmente encontrados em farmácias e lojas de cosméticos, com a promessa de dentes brancos, bonitos e saudáveis em pouco tempo. É seguro?

Dentistas alertam para os riscos da automedicação. "O uso incorreto de certos produtos pode causar problemas como irritação, retração da gengiva e desgaste da estrutura mineral dos dentes, aumentando a sensibilidade. Existem produtos, dosagens e concentrações certas para cada caso, que variam de acordo com diversos fatores, como sexo, hábitos diários, alimentação e idade.

 Antes da realização de qualquer procedimento, é muito importante que seja feita uma avaliação completa por um profissional qualificado e apto: "A automedicação, na melhor das hipóteses, trará um resultado parcial e insatisfatório para quem faz uso dela. Será um desperdício de dinheiro. Na pior das hipóteses, poderá causar problemas mais graves".

 Produtos que, se consumidos desregradamente, podem provocar o escurecimento da dentição...

 o açaí, o refrigerante, o café, o vinho e alguns tipos de chá, além do cigarro e de alimentos que levam corantes, estão entre os principais vilões e devem ser evitados durante o tratamento e logo após o seu término.

"Cada caso é um caso, já que os organismos reagem de maneiras diferentes. O fato de alguém tomar refrigerante não significa que seus dentes vão obrigatoriamente escurecer, mas, sim, que podem sofrer um escurecimento", diferencia...conselho aos fumantes: "De todos, o único produto que certamente causará danos é o cigarro. Se optarem por realizar o clareamento dentário, primeiro é preciso parar de fumar. Caso contrário, estarão queimando dinheiro, porque a nicotina invariavelmente manterá os dentes amarelados".


Tratamentos disponíveis 
O tratamento pode ser feito no consultório dentário ou em casa, pelos próprios pacientes, mas sempre com a orientação e o acompanhamento de um profissional. No consultório, o tratamento é feito em um único dia e dura pouco mais que uma consulta comum. Geralmente é realizado com géis especiais e, dependendo do caso, aplicações de luzes como o LED ou o laser, para acelerar a reação química.

Em casa o tratamento pode levar até duas semanas. É feito com a aplicação de um gel próprio pelo período de uma hora todos os dias. Em alguns casos, o dentista poderá receitar uma moldeira para ser usada durante o sono.

O especialista diz que o tratamento em casa é mais demorado, porque os produtos receitados para esses casos são menos abrasivos, justamente para evitar problemas com a superdosagem. "No entanto, mesmo com esse tipo de material, que apresenta menor concentração, é imprescindível que haja acompanhamento profissional do início ao fim".

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Fim de noivado.

Data marcada, alianças gravadas, padrinhos escolhidos, lista de presentes, parcela do buffet, reserva da lua de mel, prova de vestido, buquê. Com todo o carinho e a dedicação que a ocasião merece, os preparativos do casamento estão a todo vapor. Você só não contava que, às vésperas do grande dia, ele mudasse de comportamento, engolisse em seco e acabasse com a festa antes de começar. É isso mesmo: com tudo pronto, ele pede desculpas mas não vai te esperar no altar. Só acontece em novela? Infelizmente, não, como comprovam as histórias a seguir.

Romper um noivado é muito doloroso. É o que diz  Paula Branquinta, cujo noivo terminou o relacionamento quando os preparativos do casamento estavam a mil. "Comecei a namorar um rapaz quando tinha 15 anos e ele, 24. Foi meu primeiro namorado. Namoramos um ano e três meses, depois ficamos mais dois anos noivos. Estava quase tudo pronto para o casamento, quando ele começou a ficar estranho", lembra.

Paula conta que o noivo foi se distanciando, se distanciando... "Até que acabou tudo. Sofri bastante", confessa. Não é para menos, né? A boa notícia é que a história não teve um final infeliz. Nove anos depois, ela encontrou um novo amor com quem tem planos de casamento. "Conheci um rapaz maravilhoso, que me ama, me respeita e me faz muito feliz. Vamos nos casar e já está tudo pronto", conta ela, que superou o passado e deu a volta por cima.

Apertem os cintos, o noivo sumiu

 Julis, de Belo Horizonte, namorava há sete anos um rapaz que morava em outra cidade. "Entre idas e vindas, decidimos nos casar. Ficamos noivos e dois meses depois comecei os preparativos para o nosso casamento", lembra Julis. Mas o noivo começou a dar indícios de que alguma coisa estava errada. "Brigávamos todos os dias. Pensei que todo homem ficava assim, com medo de casar. Eu e minha mãe resolvemos tudo sozinhas, tantos sonhos! Estava tudo pronto, só faltava o meu vestido. Três meses antes do dia do casamento, ele desapareceu".


Julis ficou desesperada. "Todo mundo me perguntando do casamento que estava se aproximando e eu não sabia o que dizer. Ele sumiu e não deu nenhuma explicação", conta, lembrando ainda que a família sofreu tanto quanto ela. "Meu pai se sentiu humilhado diante da sociedade: o que falar para os amigos e familiares? E eu, então, nem se fala: sonhando com aquele dia que nunca aconteceu", desabafa Julis que até hoje fica pensando em como teria sido a festa planejada nos mínimos detalhes. "Sou uma mulher frustrada!".

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Balzaquianas

Balzaquianas

Há quem empregue a palavra balzaquiana de forma pejorativa e até negativa. Mas, na realidade, é com 30 anos que as mulheres chegam ao seu ápice: mais maduras, realistas e vividas, elas esbanjam sensualidade e realização.
Elas são mais maduras, sensuais, menos tímidas, mais realistas e, principalmente, vividas. As balzaquianas, como ficaram conhecidas as mulheres de 30 anos, já suportaram muitos preconceitos pelo estigma que essa palavra trazia. Com tom pejorativo, muitas vezes eram rotuladas como "balzaquianas encalhadas", já que, antigamente, para se viver um romance era preciso ter no máximo uns 20 e poucos anos. O escritor francês Honoré Balzac, que viveu no início do século XIX, foi o primeiro a falar da incompatibilidade de casais e trazer à tona a discussão sobre a idade feminina. Foi ele quem considerou as de 30, mulheres no ápice da sua vida sexual, que conhecem como ninguém a arte de seduzir e encantar, e têm muitas histórias para contar.

Quando se está na faixa dos 20, há um certo temor em chegar aos 30. Muitas idéias na cabeça, sonhos, desejos e o medo de não alcançá-los. Mas até lá falta muito, é o que se pensa. A estrada parece ser longa. Então, o negócio é aproveitar. Nenhuma preocupação com o corpo, muito menos com a mente. E como o tempo não pára, os 30 chegam. "Antes eu fantasiava demais, vivia no mundo dos sonhos e ilusões. E é impressionante a mudança que aconteceu quando entrei nos 'inta'", declara a produtora de moda Flávia Dantas, de 31 anos, que passou a perceber com mais nitidez o mundo à sua volta. "Luzes acenderam na minha cabeça, idéias clarearam, fiquei mais intuitiva e, o que é melhor, passei a ter orgasmos múltiplos. Agora me conheço, estou mais solta, faço o que gosto com menos pudor, mesmo nas vezes em que encano com minhas celulites e a bunda caída. Isso é que dá sair com garotinhos de 20", diverte-se.

Mas nem tudo são flores. Flávia se encontra numa tardia crise dos 30, como define. Está vivendo sobre pressão, pois não tem lugar para morar, está abrindo uma empresa sem dinheiro e não tem namorado. "Há uma cobrança muito grande da sociedade para você dar certo profissional e socialmente e isso significa bom emprego e casamento. Então, me sinto devendo. Recomecei minha carreira agora, numa idade que sempre me imaginei bem resolvida", lamenta ela, que pelo menos se sente mais capaz em fazer acontecer. Flávia confessa que não tem mais o gás de anos atrás, mas a maturidade e os pés no chão lhe dão mais segurança de seguir o caminho que realmente quer, preocupando-se, é claro, com sua saúde. "Penso duas vezes antes de cair na noite. Amanhã não quero acordar com ruguinhas e olheiras", brinca.

O tempo passa, mas parece que os valores continuam os mesmos. Não faz muito tempo que o casamento deixou de ser visto como prioridade pelas mulheres, ou pelo menos por algumas delas. No entanto, no livro 'A Mulher de Trinta anos', de Balzac, a psicologia feminina é retratada com muita coerência e atualidade. Sua personagem principal, Júlia d`Àiglemont, é o primeiro retrato da mulher mal casada, consciente da razão de seus sofrimentos e revoltada contra a instituição imperfeita do matrimônio. A única coisa que a psicóloga Laura Rosa imaginava era estar casada aos 30. Nem passava na sua cabeça a profissional, a mãe ou a solteira. Tinha o sonho e correu atrás. "Casei aos 27 anos e por pressão minha. Tinha medo de 'chegar lá' sem marido. Na virada das décadas eu ainda estava casada, mas já começava a ser infeliz. Com 31 não agüentava mais a monotonia e o tédio do meu casamento e me separei", lembra ela, que revolucionou a vida depois do divórcio. Fez uma pós-graduação, emagreceu, conheceu pessoas e passou a ter prazer na própria companhia. "Me acho tão interessante, madura, agradável e inteligente que estou bem só. Mas essa clareza me veio aos trinta", afirma essa balzaquiana feliz, que pelo seu julgamento, não tem mais a beleza óbvia dos seus 20 e poucos, mas tem o que falar e muito a fazer.

Como na adolescência, a mulher desabrocha depois dos 30 anos. Adquire um ar mais sensual e os hormônios, mais harmonizados, borbulham diferente. A pele tem outra textura, o cheiro fica mais forte e elas, mais sensíveis. "Me sinto mais mulher. Já casei, separei e minha filha já tem 10 anos. Já pude sentir no meu corpo muitas sensações femininas intensas. Tenho uma história que não se compara a nada, mas o melhor seria ter o mesmo corpinho e carinha dos meus 20 anos e a cabeça dos 38", deseja a empresária Silvia Freitas, que confessa ter medo de envelhecer apesar de estar trabalhando bem essa questão. "É difícil notar e aceitar algumas mudanças, do tipo abaixar e perceber que meu rosto dá uma despencada, mesmo que sutil. Mas como isso não é tudo, vou buscar desenvolver meu lado espiritual e concretizar meus projetos de vida", ensina ela, que ainda se considera uma perdida profissionalmente apesar de saber do que gosta. Silvia explica que só começou a viver mesmo aos 29, quando se separou e ficou encantada. Segundo ela, nessa fase, engolia a vida e os homens, é claro.

Para o psicólogo Paulo Próspero, as balzaquianas realmente vivem um florescimento de valores intelectuais e espirituais. "É uma conjunção imbatível: elas aliam belos dotes físicos, a maturidade pessoal e encontro espiritual", define. Mas, para ele, há uma mudança no padrão das 'balzacas'. Diferente do início do século XIX, quando Balzac escreveu seu livro e trouxe uma nova realidade para a sociedade, hoje ele vê esse período mais alongado, com mulheres de 40 e 50 anos vivendo na sua plenitude. "Elas se cuidam mais e têm a possibilidade de fazerem uma manutenção física melhor. Fora a experiência de vida, pois o tempo é uma grande escola para quem quer aprender. E além de bonitas, elas têm bagagem", avalia.

Parece que a vida começa aos trinta. Ou pelo menos um novo sentido de vida, onde as dúvidas vão se modificando, os medos são substituídos e os valores aperfeiçoados. Aos 36 anos, a jornalista Cristina Fernades não tem mais 'aquela' ansiedade. Sabe esperar, entender e procurar. "Sei a hora de caminhar e voltar e faço as coisas acontecerem. Não tenho mais aquele corpinho de uma gatinha. Mas sei como ter e dar prazer. Aprendi a cobrir e despir com classe e segurança. Dane-se os peitos caídos ou as celulites que cismam em se instalar nas minhas coxas", revela. Cristina tem o rosto ainda sem marcas, fruto dos cremes milagrosos e de sua disciplina árdua. Mas os olhos são expressivos e com bolsas que carregam a bagagem do que viveu e, segundo ela, das mágoas que chorou.

E como já dizia Balzac em seu livro: "Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... obedece a um sentimento consciente. Escolhe... dando-se. A mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode comparar nem apreciar... Uma mulher... se esconde sob mil véus... Afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser pudica e até embelezar-se com a desgraça", finaliza.

O segundo casamento é mais fácil ?

O primeiro casamento não deu certo. Sentindo a dor da separação, você jurou que nunca mais iria se casar de novo. Mas aí o tempo passou, as feridas cicatrizaram, um novo amor chegou e, quando você se deu conta, estava prestes a juntar as escovas de dente novamente. O segundo casamento é mais fácil ou mais difícil que o primeiro? Mulheres que estão no segundo matrimônio respondem abaixo.
Se tem uma coisa que o primeiro casamento mostra é a necessidade de ser tolerante com os defeitos do outro. Helena acredita que o segundo pode ser melhor do que o primeiro. "Estou no segundo casamento e hoje sei exatamente como levar a relação, como conversar, como conseguir as coisas", diz ela, que parece mais compreensiva com as limitações do companheiro. "Ninguém é perfeito e todos temos defeitos. Não devemos nos apegar a pequenas coisas, implicâncias bobas do dia a dia. Se não soubermos entender e lidar com o outro, o amor acaba rapidamente", lembra.

É casando que se aprende

 Cindy conta que, no segundo casamento, se relaciona de forma mais madura. "Em minha primeira experiência, eu era muito ingênua. Acreditava que querer é poder, e que com amor e dedicação a gente consegue moldar as pessoas e mudar a situação. Hoje sei que não é assim", conta ela, que ficou casada por nada menos do que 21 anos.

Cindi acredita que um casal tem que ter afinidades e compatibilidades. "Devemos considerar fatores racionais e não somente emocionais na escolha do nosso companheiro de vida. A mulher não deve tomar para si todas as responsabilidades, devemos tirar a monotonia e a rotina da relação e não ficar parada no tempo", enumera ela que, depois de todo aprendizado, está muito feliz na nova relação. "Está melhor do que eu poderia imaginar!!!", comemora.

É preciso ter em mente que, mesmo com experiência e maturidade, o segundo casamento não é garantia de que tudo vai dar certo. Na segunda experiência, a primeira pode teimar em dar as caras, como acontece com a  Helen Mendes. Ela se separou do primeiro marido e se casou novamente. "O problema é que a ex dele não para de ligar, sempre com a mesma desculpa: os filhos, a casa dela, a mãe dela. É um saco e isso me irrita profundamente", revela.

Helen suspeita que a relação do marido com a ex-mulher ainda não esteja 100% resolvida. "Já tem 3 anos que eles se separaram, mas ela não se conforma com o final do casamento", conta Helen, se dizendo capaz de entender o sofrimento da rival por já ter passado por uma separação dolorosa. "O que não dá pra aceitar é que o tempo passa e ela continua na mesma. Acho que a culpa é dele, que dá espaço pra isso. Tenho me desgastado demais e estou a ponto de desistir", desabafa.


Erros X acertos

Segundo a psicóloga Beatriz Amaral, não há o lado bom ou ruim de casar pela segunda vez. "O que acontece é que, quando o primeiro casamento não vai bem e a separação é inevitável, esta experiência tão forte e marcante é fonte de um grande aprendizado não só para uma nova relação como para toda a vida", explica, salientando que, numa segunda união, o que vai mudar é a experiência de já ter passado por algo semelhante, não ser mais uma novidade morar junto com outra pessoa, dividir espaços, responsabilidades e tudo que envolve um casamento na prática. "Mas não há a garantia de que será melhor que o outro. Apenas será diferente", afirma.

Para Beatriz, tendo mais experiência você adquire mais recursos para enfrentar situações que no passado foram problemas e talvez no novo relacionamento não sejam. "A pessoa está mais madura, os filhos do primeiro casamento já estão grandes, a situação financeira pode estar mais estabilizada, aspectos que contribuem para uma fase de crise ou união conjugal", explica.

Mas a psicóloga lembra: outros fatores de estresse virão. "A grande diferença do primeiro casamento para o segundo é que são relacionamentos diferentes com pessoas diferentes. O que quero dizer é que a pessoa que se casa pela segunda vez não é a mesma pessoa que casou no passado, porque nós mudamos sempre. Um casamento duradouro, no meu ponto de vista, é a arte de se relacionar com uma nova pessoa todos os dias", conclui.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

04 dicas para saber se ele está a fim de você

Dicas Totalmente Verdadeiras, meninas, prestem atenção!
 
Dica 1: aprenda a ouvir o silêncio da rejeição

Mulher apaixonada não sabe ouvir um “não”! Pior ainda se você, menina, se enquadra na transa, na ficada de uma noite. O silêncio no celular feminino que sucede uma beijoca é a maior das torturas. “Ele não ligou, mas vai ver que…”

… vai ver que nada, minha Esmeralda. Passou um, passaram dois dias, três dias no máximo, o vibracall não fez cócegas? Esqueça! Homem apaixonado procura. Homem apaixonado não espera. Homem apaixonado é um jamaicano: corredor, veloz, olímpico, campeão, sorridente.

Minha Pequena, a grande qualidade do macho é o orgulho. Um homem, e somente um homem, poderia ser Napoleão. É só engolindo três colheres de traições, umas duas de intriga, uma fatia de ilusão perdida com aquele açucarzinho de inveja e amores perdidos, que se chega à educação sentimental de um sujeito não depilado.

Dica 2: ter esperança engorda

O homem enxuga a alma com cerveja e futebol. E com guerra, bomba atômica e bravata. Essas coisas comezinhas da vida… Tomamos um fora? Pode até doer, vai doer, mas seguimos adiante. É preciso usar cuecas, chuteiras e meião para tocar a bola para frente. Fazer a fila andar.

Vocês deviam aprender isso. Somos bons nisso. Nossa dieta sentimental é potentíssima. É preciso, de novo, ter orgulho para, mesmo querendo, mesmo mendigando de vontade por um sorriso daquela garotinha, pedir a conta ao coração e ordenar ao cérebro para buscar o carro no valet e partir para a próxima boate.

Faça isso. Não dê de comer à sua dor. Para os moços, uma rejeição será sempre guardada no bolso, na carteira, entre a camisinha e o Visa Electron. A gente aprendeu molequinhos que alimentar a esperança deixa o corpo gordo.

Dica 3: os sinais masculinos são claros

Minha Pieta, ao contrário de vocês, moças, que sabem disfarçar o interesse nos jovens mancebos, a natureza não proveu o Juquinha Sapiens com sagacidade, astúcia e destreza. Nossa tática é derrubar o copo. É apertar os bumbuns. É chutar o balde, a canela e o cano. É dizer ou deixar claro, mesmo com o mais tonto dos e-mails, que, sim, estamos a fim de você. Aliás, perceba: quase nunca um homem é simpático por ser simpático. Atrás de cada sorriso masculino, guardada por aquela coluna de dentes, há uma língua e uns três litros de vontade de te fazer deitar na nossa ladainha.

Isso quer dizer que, se a gente estiver mesmo a fim de vocês, seremos chatos e inconvenientes. E claros! Não sabemos disfarçar empolgação. (O que é bem legal quando o sentimento é recíproco: vocês vão curtir serem paparicadas o tempo todo. E a gente vai adorar tomar “um banho de água fresca no lindo lago do amor”).

Dica 4: a vida é encrenca

Quando a gente não quer te amar e você insiste, a nossa caminhada alegre rumo à morte se torna velocíssima. Tudo se torna inferno. Eu não quero você no inferno. O inferno só rende bronzeado. Não faça isso com sua alma! Passe vergonha e protetor na cara, e anote os sinais óbvios que a gente dá, a mensagem óbvia que você não quer ler. Um fora masculino vem basicamente de três formas:

– Se a gente não estiver namorando ninguém, vamos alimentar suas ilusões em troca de passeios ocasionais ao motel. Você vai tomar isso como sinal de amor, e vamos nos aproveitar disso;

– Se a gente nem quiser ver sua fuça, vamos inventar desculpas bizarras para não sair com você, do tipo: “vou assistir a reprise de Coritiba x Nacional de Rolândia na casa do primo do meu amigo. É decisão! É decisão e o juiz marcou um gol!”; “vou pescar no Rio Tietê”; “vou viajar a negócios pro Haiti”. Vai do seu nível de semancol se ligar que o cara está te dando o fora sutilmente, sem querer te magoar

- Eventualmente, faremos coisas que nem percebemos. O famoso movimento “dando milho aos pombos”. Vamos mandar algum e-mail curto e coletivo sobre uma exposição qualquer e você achará que isso é um sinal de satélite para renovar a chance do “nosso amor”. Não e mil vezes não! Se você já se mostrou disponível e ele não foi direto, mil vezes: ELE NÃO TE QUER!

- E não esqueça: a “última que morre” também morre. Não regue demais a esperança. Aprenda que é da vida. Que tudo passa, tudo é passageiro, motorista e cobrador. E que a Beth não Farias diferente. Nem o Reginaldo. Deixa pra lá. Você tentou, você disse, você deixou claro, ele não embarcou na sua jangada?

Enfia minhoca no anzol e taca linha no mar. É hora de tentar uma nova sardinha.

Fonte: Marie Claire
 

LEIS DA ATRAÇÃO (COISAS QUE SE ATRAEM SEM ESFORÇO NENHUM):


Olhos e bunda
Pobre e funk
Mulheres e vitrines
Homem e cerveja
Chifre e dupla sertaneja
Carro de bêbado e poste
Tampa de caneta e orelha
Moeda e carteira de pobre
Tornozelo e pedal de bicicleta
Leite fervendo e fogão limpinho
Político e dinheiro público
Dedinho do pé e ponta de móveis
Camisa branca e molho de tomate
Tampa de creme dental e ralo de pia
Café preto e toalha branca na mesa
Dezembro na Globo e Roberto Carlos
Segundas-feiras e sono
Terças-feiras e sono
Quartas-feiras e sono
Quintas-feiras e sono
Sextas-feiras e cervejaaaaaaaaaaaaaaaaa
Chuva e carro trancado com a chave dentro
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico
Bebedeira e mulher feia

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Os looks que os homens adoram...

O que os rapazes adoram ver as mulheres usando. Ok, você não precisa se vestir à risca de acordo com o que eles gostam mas levar em conta a opinião deles, não é de todo mal, certo? Então, olha só aqui o  que eles adoram!
Salto alto, mini-saia, biquíni de lacinho, vestidos românticos, unhas vermelhas e mais...

Para os bebedores de Cerveja

Você vai ao bar e bebe uma cerveja.

Bebe a segunda cerveja, a terceira, e assim por diante.

O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "Caracas véio... o cara tá bebendo muito líquido, tá cheio!!!"

Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de líquido está sendo ingerido, eles sabem apenas que é lí­quido.

Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caramba, o cara tá maluco!!!

E manda a seguinte mensagem para os rins "Cara, filtra o máximo de sangue que tu puder, o homi aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e os rins começam a fazer até hora-extra, filtram muito sangue e enchem rápido a bexiga.

Daí­ vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque, além de água, vem as impurezas do sangue.


O rim aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estômago manda outra mensagem pro cérebro "Cara, ele não para, socorro!!!" E o cérebro manda outra mensagem pro rim: "Véio, estica a baladeira, manda ver aí­ na filtragem!!!"

O rim filtra feito um louco, só que, agora, o que ele expulsa não é o álcool: ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora, e o teor de álcool no organismo aumenta, e você fica mais "bunitim".

Chega uma hora em que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu cérebro desliga você. Essa é a hora em que você desmaia... dorme... capota...resumindo: essa é a hora em que o teu ... não tem dono!

Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele para de beber,e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele".

Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o cérebro dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles, e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".

O sangue é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece às ordens direitinho e, por isso, começa a retirar água de todos os órgãos. Como o cérebro é constituído de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa "ordem", e daí vem as terríveis dores de cabeça da ressaca.

Então sei que, na hora, a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida que você mija, já repõe a água.

Autoria: da Internet (sem base científica)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Segunda chance!!!Casou, separou, voltou: cometendo o mesmo erro ou reacendendo o amor?

Nádia* casou-se cedo, aos 19 anos. Ela afirma que não sabia muito bem se o que estava fazendo era a escolha certa. Pedro*, seu noivo, parecia um ótimo partido, uma pessoa honesta, com boa índole e se dizia louco por ela. O casamento foi bastante simples, a noite de núpcias foi quase um desastre, mas a convivência nos quatro anos seguintes mostrou-se tranqüila para ambos até que Nádia, grávida, começou a desconfiar da fidelidade do marido, que saía constantemente à noite. Quando ameaçou dar um ultimato a Pedro, surpreendeu-se com uma agressão física. Após seis meses, ela pediu o divórcio.


Arrependido, ele reapareceu um ano depois, fazendo juras de amor e prometendo mudar seu comportamento. A mágoa já não tinha tanta força, ela não resistiu aos pedidos de Pedro. Resolveu perdoar e voltar para o ex-marido. "Pedro prometeu que dessa vez seria diferente e que me amava muito para viver longe de mim. Realmente, não tive mais conhecimento de possíveis traições e ele não encostou mais o dedo em mim com violência", revela Nádia.


Apesar de ter falhado na primeira, o casal voltou com mais vontade de ficar junto. "Aos poucos, o amor que sentia foi reacendendo e ficando até maior do que antes. Era como se tivéssemos acabado de nos conhecer, um recomeço de verdade. Depois de um tempo, ele me pediu em casamento outra vez e eu aceitei. Acreditava que ninguém mais poderia nos separar novamente", conta.


No entanto, nem tudo foram flores. Depois de mais cinco anos juntos, as brigas se tornaram cada vez mais freqüentes e Nádia resolveu, em 2003, largar o marido pela segunda vez. "Não agüentava a estupidez dele. Ele se mostrava uma coisa no início e depois agia de outra forma. Não respeitava a mim nem ao nosso filho, me agredia verbalmente e às vezes até fisicamente. Eu vi que estava me iludindo achando que ele mudaria, decidi que não permitiria mais ser enganada nem que eu enganasse a mim mesma", confessa ela, que mora há um ano com outro parceiro.


“Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez. Acho que este tempo separado não destruiu nada do que a gente tinha e só serviu para crescermos e nos aprimorarmos”


A história de amor de Nádia e Pedro não teve um final feliz, mas é apenas uma entre muitas que poderiam ter dado certo, se o futuro atendesse às esperanças de casais que se dão uma segunda chance após uma separação. Assim como Nádia, a professora Adriana Fontes, de 29 anos, seguiu o coração e concedeu uma nova oportunidade para um ex-noivo, que hoje é seu marido. "Namorávamos desde 1999 e éramos muito apaixonados. Mas assim que ficamos noivos ele teve que mudar de estado a trabalho e não tinha condições de viajar com freqüência para me ver. Apesar de amá-lo, não resisti às saudades, à distância e ao ciúme, e chegamos à conclusão de que seria melhor dar um tempo", diz Adriana.


O noivo relutou de início, mas quatro meses depois de ir embora já estava saindo com outra pessoa. "Fiquei muito chateada quando soube, mesmo que a gente não estivesse mais junto. Ele sempre dizia que estava apenas tentando me esquecer, e que no fundo ainda me amava, mas meus amigos enchiam a minha cabeça contra ele. Só que, dentro de mim, eu sabia que ele estava sendo sincero e que eu também só queria ficar com ele", explica.


Adriana procurou sair com outras pessoas, mas a cabeça e o coração permaneciam na lembrança do ex. Quatro anos se passaram, ele pediu demissão do emprego e voltou à cidade de Adriana. Quando se reencontraram, tudo voltou a ser como antes: "Sentimos no olhar um do outro toda aquela paixão de novo. Não teve jeito. Reatamos e marcamos a data do casamento no ano seguinte", conta a professora. "Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez."

Flagrante amoroso!

É o tipo de coisa que você preferia nunca ter visto: o namorado da sua amiga com outra mulher. E agora? Você conta para ela correndo ou prefere não se meter nessa história? Antes de decidir, conheça a opinião de quem já passou por isso.
Eu contaria
 Ficar sabendo de uma coisa dessas é uma grande fonte de dor de cabeça: "Uma coisa é certa: um deles, ou os dois, vai acabar ficando com raiva de você. Por quê? Porque nessas histórias, quando nos metemos, sempre vem algum tipo de intriga".

 "Minha opinião é a seguinte: faça o certo e dane-se o resto. Se você acha que a melhor coisa a fazer é contar, conte".
 "Faça o que manda o seu coração! Haja com justiça. Vá em frente, sabe por quê? Porque depois, se ela descobrir que você sabia e não falou nada, ela vai se zangar".
Não contaria
Por medo da reação da amiga traída, tem muita gente que prefere manter o bico calado, que não falaria o que viu de jeito nenhum. "Mesmo se  contar, ela vai acreditar no namorado e  culpar por tentar acabar com o namoro", se considerando culpada de uma forma ou de outra. "Ou então ela vai acreditar, pegar o cara no flagra e me culpar por ter acabado com o romance dela".

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Coisas que aprendi com meus 40 anos:


1.       Aprendi que você só dá valor à sua mãe depois que você é mãe;
2.       Que dezoito anos demoram pra chegar, mas que o tempo depois disso voa;
3.       Que pessoas que você ama são as que mais podem te magoar;
4.       Que você pode morar dez ou mais anos com uma pessoa e não ser possível saber do que ela é capaz;
5.       Que nossos filhos são pérolas valiosas e que o amor por eles é que nos impulsiona a viver;
6.       Aprendi que conviver é difícil;
7.       Que perdoar é uma das coisas mais difíceis na vida;
8.       Que a falta de um bom pai faz falta no futuro;
9.       Aprendi que não há amor maior que o de mãe;
10.     Que Deus manda seus anjos para nos carregar quando não conseguimos andar;
11.     Que amor não mata, mas a falta dele sim;
12.     Que sexo é essencial para um bom relacionamento conjugal, mas não é tudo;
13.     Que beijar na boca é uma das coisas mais deliciosas do mundo;
14.     Que a música pode mudar seu padrão de pensamento;
15.     Que a família sempre estará do seu lado, porque te ama mais que tudo;
16.     Que o mal que se faz retorna de um jeito ou de outro para você;
17.     Que apenas Deus conhece realmente seu coração;
18.     Que o parceiro tem que ter paciência para descobrir seus pontos eróticos e te levar ao orgasmo;
19.     Aprendi que sou capaz de loucuras que nunca imaginei que seria apenas por seguir meu coração;
20.     Aprendi que Deus ouve todas as nossas preces, mas nem sempre nos atende (Deus é um grande pedagogo);
21.     Aprendi que a base religiosa deve ser dada às crianças e que isso será importante no futuro;
22.     Aprendi que existem pessoas más e que elas podem estar no seu convívio diário;
23.     Aprendi que casamento não é sinônimo de felicidade;
24.     E que você precisa investir e confiar em você mesmo;
25.     Aprendi que pequenos gestos podem te fazer muito feliz;
26.     E que ouvir "eu te amo" é sempre maravilhoso;
27.     Aprendi que filhos são bênçãos e que não há como esquecer o primeiro sorriso deles;
28.     Aprendi que eu mereço a felicidade e você também;
29.     Aprendi que choramos por muitas coisas na vida, mas só os amigos verdadeiros e sua família estarão lá para enxugar suas lágrimas;
30.     Aprendi que Anjos existem.
Autoria desconhecida

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Homem iô iô

 Depoimento anônimo
Não sou a pessoa mais indicada para falar de relacionamentos estáveis, os meus duram o tempo de uma relação, digamos, sexual. Às vezes, duram um pouco mais, dependendo da gostosura do parceiro, do fator ímã-na-pele, do transbordar das comportas do desejo, se a pessoa consegue me fazer perder a noção das horas ou me faz sentir cada segundo.

Depende se tem jantarzinho antes, programinha depois, convidados especiais no intervalo, as variáveis são muitas. Mas mesmo que eu fique um mês inteirinho com uma pessoa, vivo um momento de cada vez. Então, como contabilizar o tempo? Um instante ao lado de alguém que você curte horrores vale muito mais do que uma vida inteira ao lado de alguém que não lhe acrescenta em nada.

Mas vá lá, me pediram um conselho sobre um ex que vai e volta e vem e vai e volta e vem e dá mais voltas do que ioiô em manobras radicais. É um relacionamento estável, instável. Aí, bem, entra um pouco na minha jurisdição. Não vou analisar o caso em si e sim abordar alguns porquês dos homens irem e os motivos de eles voltarem. Vejam bem, é uma opinião absolutamente baseada nas minhas experiências pessoais, longe de mim dar fórmulas mágicas ou manuais infalíveis. Cada um sabe de si.


“Minha dica? Tente ser as duas coisas: transparência e mistério. Mas não esqueça, antes de tudo, seja você mesma”


Primeiro, o óbvio: um homem vem porque você tem algo que ele deseja. E vai, porque saciou o desejo. Ele vem porque você deixa. E vai, porque você não consegue prendê-lo. Ele vem porque talvez não tenha outra opção. E vai porque talvez tenha. Ele vem porque você diz sim quando deveria dizer "não". E vai porque você diz "não" quando ele quer que você diga "sim" ou diz "sim" quando ele quer que você diga "não". Está confuso? Vai ficar mais ainda.

Um homem só insiste em vir quando não tem absoluta certeza de que você quer que ele venha. E só vai quando a certeza de que você quer que ele nunca mais saia da sua vida se instala em todos os poros dele. Um homem sempre volta porque tanto faz ele vir: na ótica dele, ele está sempre indo.

Quando me deparo com um homem ioiô, a pergunta que faço é menos "por que ele voltou?", mas "por que eu quero que ele volte?". Às vezes a carência pode inverter o que é realmente importante: o que você tira de bom no relacionamento. Quando alguém está comigo, a última coisa que me questiono é porque essa pessoa me quer. Absolutamente, não me interessa. O que me interessa é o meu umbigo, ou seja, por que eu quero essa pessoa. O que ela tem que me atrai, que me encanta, que me fascina, que me dá vontade de engoli-la por inteiro.

O que eu sou, eu sei. O que o outro enxerga que sou, bem, isso é problema dele. O que eu tenho para oferecer todo mundo sabe e, se não sabe, quando estiver comigo ficará sabendo. Por que um homem volta e vai? Por esses dois motivos. Ele volta porque sabe o que você tem para oferecer. E vai, porque não sabe o que as outras têm. E quer conferir. Minha dica? Tente ser as duas coisas: transparência e mistério. Mas não esqueça, antes de tudo, seja você !!!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É mentira!!! UFA!!!

Os homens estão sempre com tesão.

Esse é um mito perigoso. Há um milhão de motivos pelos quais seu amado pode querer ficar longe da cama - e eles não têm necessariamente relação com a atração que sente por você.
 A ansiedade por uma promoção no trabalho e até o fracasso do time de futebol podem ter efeito apaga-fogo.
Essa idéia de que os homens devem estar sempre a ponto de bala pode estragar o relacionamento. Quando o sexo não acontece, nós mulheres nos sentimos rejeitadas e eles, humilhados.
 "O mito é tão forte que os homens são enganados pela própria expectativa", diz a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana.
No consultório, ela atende muitos pacientes com queixa de que a parceira faz pouco sexo.
 "À medida que o interesse da mulher cresce, porém, eles próprios acabam percebendo que também ficam indispostos e que estava tudo bem antes."

Como manter a magia do primeiro mês para o resto da vida.

Se sua relação está sofrendo da síndrome da rotina, prepare-se para entrar num jogo que vai fazer você reviver todas as emoções de um trepidante começo de namoro!
Ufa, que delícia, os dois finalmente estão morando juntos, em um canto gostoso e aconchegante. Agora você está totalmente à vontade e não precisa se comportar como uma aluna exemplar em primeiro dia de aula. Ainda assim, sente falta de algo que existia nos primeiros meses de namoro. Enquanto dá a seu amado um beijo de boa noite, lembra-se dos agarros apaixonados dos velhos tempos.
Essa excitação pode ter desaparecido porque você acabou relaxando além da conta. Será que vai para a cama com creme espalhado nas espinhas? Usa e abusa do alho mesmo em um jantar romântico?
 Se a resposta for sim, é hora de trazer de volta o clima de descobertas e encantamento antes que o amor ceda sob o peso da rotina. Como? Simplesmente repetindo as mesmas coisas que fazia nos primeiros meses. Se os dois agirem como um casal em pleno início de caso, vão reviver as mesmas emoções.
É fácil explicar: como há uma conexão mental entre seus sentimentos e suas ações, quando você retoma atitudes do começo do namoro, a mente acompanha o processo e reage de acordo. Em outras palavras, se você se comporta de certa maneira, pode começar a pensar assim também. Prepare-se, portanto, para entrar no jogo.

Questões do coração.

Quando o assunto passa pelo coração, nossa cabeça fica rodeada de interrogações. Sabemos que não há fórmula mágica, nem regras, muito menos o caminho das pedras. Mas não seria nada mal entrar numa caverna e perguntar para um oráculo o que se deve fazer quando descobrimos uma traição, quando queremos subir ao altar mas o noivo não marca a data ou quando a mala da ex dele não se coloca em seu devido lugar.

Bem, oráculo a gente não conhece, mas conversamos com especialistas que podem ajudar a lidar com algumas situações que, muitas vezes, nos deixam sem saber como agir.


“De modo geral, jogar um casamento para o alto por conta de uma paixão só dá certo em novela”.
 Morro de medo de ser traída

De acordo com a psicóloga Mariana Mattos, é importante investigar os motivos dessa insegurança toda. "O receio de ser traída é natural, mas não pode impedir ninguém de se relacionar. Para ficar bem na relação é preciso investigar os motivos desse medo. Se for algo fantasioso, sem nenhuma prova concreta de infidelidade, a pessoa deve reavaliar sua autoestima. Por que ela não se considera boa o suficiente para o companheiro ficar com ela e só com ela?", questiona a psicóloga.

Por outro lado, se há indícios claros de infidelidade, a postura deve ser outra. "Se a desconfiança é baseada em dados reais, cabe uma conversa que vise avaliar se vale ou não a pena continuar na relação", avalia Mariana Mattos.