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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Segunda chance!!!Casou, separou, voltou: cometendo o mesmo erro ou reacendendo o amor?

Nádia* casou-se cedo, aos 19 anos. Ela afirma que não sabia muito bem se o que estava fazendo era a escolha certa. Pedro*, seu noivo, parecia um ótimo partido, uma pessoa honesta, com boa índole e se dizia louco por ela. O casamento foi bastante simples, a noite de núpcias foi quase um desastre, mas a convivência nos quatro anos seguintes mostrou-se tranqüila para ambos até que Nádia, grávida, começou a desconfiar da fidelidade do marido, que saía constantemente à noite. Quando ameaçou dar um ultimato a Pedro, surpreendeu-se com uma agressão física. Após seis meses, ela pediu o divórcio.


Arrependido, ele reapareceu um ano depois, fazendo juras de amor e prometendo mudar seu comportamento. A mágoa já não tinha tanta força, ela não resistiu aos pedidos de Pedro. Resolveu perdoar e voltar para o ex-marido. "Pedro prometeu que dessa vez seria diferente e que me amava muito para viver longe de mim. Realmente, não tive mais conhecimento de possíveis traições e ele não encostou mais o dedo em mim com violência", revela Nádia.


Apesar de ter falhado na primeira, o casal voltou com mais vontade de ficar junto. "Aos poucos, o amor que sentia foi reacendendo e ficando até maior do que antes. Era como se tivéssemos acabado de nos conhecer, um recomeço de verdade. Depois de um tempo, ele me pediu em casamento outra vez e eu aceitei. Acreditava que ninguém mais poderia nos separar novamente", conta.


No entanto, nem tudo foram flores. Depois de mais cinco anos juntos, as brigas se tornaram cada vez mais freqüentes e Nádia resolveu, em 2003, largar o marido pela segunda vez. "Não agüentava a estupidez dele. Ele se mostrava uma coisa no início e depois agia de outra forma. Não respeitava a mim nem ao nosso filho, me agredia verbalmente e às vezes até fisicamente. Eu vi que estava me iludindo achando que ele mudaria, decidi que não permitiria mais ser enganada nem que eu enganasse a mim mesma", confessa ela, que mora há um ano com outro parceiro.


“Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez. Acho que este tempo separado não destruiu nada do que a gente tinha e só serviu para crescermos e nos aprimorarmos”


A história de amor de Nádia e Pedro não teve um final feliz, mas é apenas uma entre muitas que poderiam ter dado certo, se o futuro atendesse às esperanças de casais que se dão uma segunda chance após uma separação. Assim como Nádia, a professora Adriana Fontes, de 29 anos, seguiu o coração e concedeu uma nova oportunidade para um ex-noivo, que hoje é seu marido. "Namorávamos desde 1999 e éramos muito apaixonados. Mas assim que ficamos noivos ele teve que mudar de estado a trabalho e não tinha condições de viajar com freqüência para me ver. Apesar de amá-lo, não resisti às saudades, à distância e ao ciúme, e chegamos à conclusão de que seria melhor dar um tempo", diz Adriana.


O noivo relutou de início, mas quatro meses depois de ir embora já estava saindo com outra pessoa. "Fiquei muito chateada quando soube, mesmo que a gente não estivesse mais junto. Ele sempre dizia que estava apenas tentando me esquecer, e que no fundo ainda me amava, mas meus amigos enchiam a minha cabeça contra ele. Só que, dentro de mim, eu sabia que ele estava sendo sincero e que eu também só queria ficar com ele", explica.


Adriana procurou sair com outras pessoas, mas a cabeça e o coração permaneciam na lembrança do ex. Quatro anos se passaram, ele pediu demissão do emprego e voltou à cidade de Adriana. Quando se reencontraram, tudo voltou a ser como antes: "Sentimos no olhar um do outro toda aquela paixão de novo. Não teve jeito. Reatamos e marcamos a data do casamento no ano seguinte", conta a professora. "Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez."

Flagrante amoroso!

É o tipo de coisa que você preferia nunca ter visto: o namorado da sua amiga com outra mulher. E agora? Você conta para ela correndo ou prefere não se meter nessa história? Antes de decidir, conheça a opinião de quem já passou por isso.
Eu contaria
 Ficar sabendo de uma coisa dessas é uma grande fonte de dor de cabeça: "Uma coisa é certa: um deles, ou os dois, vai acabar ficando com raiva de você. Por quê? Porque nessas histórias, quando nos metemos, sempre vem algum tipo de intriga".

 "Minha opinião é a seguinte: faça o certo e dane-se o resto. Se você acha que a melhor coisa a fazer é contar, conte".
 "Faça o que manda o seu coração! Haja com justiça. Vá em frente, sabe por quê? Porque depois, se ela descobrir que você sabia e não falou nada, ela vai se zangar".
Não contaria
Por medo da reação da amiga traída, tem muita gente que prefere manter o bico calado, que não falaria o que viu de jeito nenhum. "Mesmo se  contar, ela vai acreditar no namorado e  culpar por tentar acabar com o namoro", se considerando culpada de uma forma ou de outra. "Ou então ela vai acreditar, pegar o cara no flagra e me culpar por ter acabado com o romance dela".

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Coisas que aprendi com meus 40 anos:


1.       Aprendi que você só dá valor à sua mãe depois que você é mãe;
2.       Que dezoito anos demoram pra chegar, mas que o tempo depois disso voa;
3.       Que pessoas que você ama são as que mais podem te magoar;
4.       Que você pode morar dez ou mais anos com uma pessoa e não ser possível saber do que ela é capaz;
5.       Que nossos filhos são pérolas valiosas e que o amor por eles é que nos impulsiona a viver;
6.       Aprendi que conviver é difícil;
7.       Que perdoar é uma das coisas mais difíceis na vida;
8.       Que a falta de um bom pai faz falta no futuro;
9.       Aprendi que não há amor maior que o de mãe;
10.     Que Deus manda seus anjos para nos carregar quando não conseguimos andar;
11.     Que amor não mata, mas a falta dele sim;
12.     Que sexo é essencial para um bom relacionamento conjugal, mas não é tudo;
13.     Que beijar na boca é uma das coisas mais deliciosas do mundo;
14.     Que a música pode mudar seu padrão de pensamento;
15.     Que a família sempre estará do seu lado, porque te ama mais que tudo;
16.     Que o mal que se faz retorna de um jeito ou de outro para você;
17.     Que apenas Deus conhece realmente seu coração;
18.     Que o parceiro tem que ter paciência para descobrir seus pontos eróticos e te levar ao orgasmo;
19.     Aprendi que sou capaz de loucuras que nunca imaginei que seria apenas por seguir meu coração;
20.     Aprendi que Deus ouve todas as nossas preces, mas nem sempre nos atende (Deus é um grande pedagogo);
21.     Aprendi que a base religiosa deve ser dada às crianças e que isso será importante no futuro;
22.     Aprendi que existem pessoas más e que elas podem estar no seu convívio diário;
23.     Aprendi que casamento não é sinônimo de felicidade;
24.     E que você precisa investir e confiar em você mesmo;
25.     Aprendi que pequenos gestos podem te fazer muito feliz;
26.     E que ouvir "eu te amo" é sempre maravilhoso;
27.     Aprendi que filhos são bênçãos e que não há como esquecer o primeiro sorriso deles;
28.     Aprendi que eu mereço a felicidade e você também;
29.     Aprendi que choramos por muitas coisas na vida, mas só os amigos verdadeiros e sua família estarão lá para enxugar suas lágrimas;
30.     Aprendi que Anjos existem.
Autoria desconhecida

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Homem iô iô

 Depoimento anônimo
Não sou a pessoa mais indicada para falar de relacionamentos estáveis, os meus duram o tempo de uma relação, digamos, sexual. Às vezes, duram um pouco mais, dependendo da gostosura do parceiro, do fator ímã-na-pele, do transbordar das comportas do desejo, se a pessoa consegue me fazer perder a noção das horas ou me faz sentir cada segundo.

Depende se tem jantarzinho antes, programinha depois, convidados especiais no intervalo, as variáveis são muitas. Mas mesmo que eu fique um mês inteirinho com uma pessoa, vivo um momento de cada vez. Então, como contabilizar o tempo? Um instante ao lado de alguém que você curte horrores vale muito mais do que uma vida inteira ao lado de alguém que não lhe acrescenta em nada.

Mas vá lá, me pediram um conselho sobre um ex que vai e volta e vem e vai e volta e vem e dá mais voltas do que ioiô em manobras radicais. É um relacionamento estável, instável. Aí, bem, entra um pouco na minha jurisdição. Não vou analisar o caso em si e sim abordar alguns porquês dos homens irem e os motivos de eles voltarem. Vejam bem, é uma opinião absolutamente baseada nas minhas experiências pessoais, longe de mim dar fórmulas mágicas ou manuais infalíveis. Cada um sabe de si.


“Minha dica? Tente ser as duas coisas: transparência e mistério. Mas não esqueça, antes de tudo, seja você mesma”


Primeiro, o óbvio: um homem vem porque você tem algo que ele deseja. E vai, porque saciou o desejo. Ele vem porque você deixa. E vai, porque você não consegue prendê-lo. Ele vem porque talvez não tenha outra opção. E vai porque talvez tenha. Ele vem porque você diz sim quando deveria dizer "não". E vai porque você diz "não" quando ele quer que você diga "sim" ou diz "sim" quando ele quer que você diga "não". Está confuso? Vai ficar mais ainda.

Um homem só insiste em vir quando não tem absoluta certeza de que você quer que ele venha. E só vai quando a certeza de que você quer que ele nunca mais saia da sua vida se instala em todos os poros dele. Um homem sempre volta porque tanto faz ele vir: na ótica dele, ele está sempre indo.

Quando me deparo com um homem ioiô, a pergunta que faço é menos "por que ele voltou?", mas "por que eu quero que ele volte?". Às vezes a carência pode inverter o que é realmente importante: o que você tira de bom no relacionamento. Quando alguém está comigo, a última coisa que me questiono é porque essa pessoa me quer. Absolutamente, não me interessa. O que me interessa é o meu umbigo, ou seja, por que eu quero essa pessoa. O que ela tem que me atrai, que me encanta, que me fascina, que me dá vontade de engoli-la por inteiro.

O que eu sou, eu sei. O que o outro enxerga que sou, bem, isso é problema dele. O que eu tenho para oferecer todo mundo sabe e, se não sabe, quando estiver comigo ficará sabendo. Por que um homem volta e vai? Por esses dois motivos. Ele volta porque sabe o que você tem para oferecer. E vai, porque não sabe o que as outras têm. E quer conferir. Minha dica? Tente ser as duas coisas: transparência e mistério. Mas não esqueça, antes de tudo, seja você !!!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É mentira!!! UFA!!!

Os homens estão sempre com tesão.

Esse é um mito perigoso. Há um milhão de motivos pelos quais seu amado pode querer ficar longe da cama - e eles não têm necessariamente relação com a atração que sente por você.
 A ansiedade por uma promoção no trabalho e até o fracasso do time de futebol podem ter efeito apaga-fogo.
Essa idéia de que os homens devem estar sempre a ponto de bala pode estragar o relacionamento. Quando o sexo não acontece, nós mulheres nos sentimos rejeitadas e eles, humilhados.
 "O mito é tão forte que os homens são enganados pela própria expectativa", diz a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana.
No consultório, ela atende muitos pacientes com queixa de que a parceira faz pouco sexo.
 "À medida que o interesse da mulher cresce, porém, eles próprios acabam percebendo que também ficam indispostos e que estava tudo bem antes."