Segundo a psicóloga Sabrina Dotto Billo, o amor não tem idade. "O amor depois dos 40, como tudo na vida, tem seus prós e contras. Por um lado, pode ser que o amor seja um ‘gato escaldado' e as pessoas tenham mais dificuldade para se envolver. Por outro lado, as pessoas estão mais carentes", pondera a psicóloga, para quem a paixão, esta sim, tem idade. "Os hormônios desenvolvidos durante o apaixonamento, aqueles que causam ‘frio na barriga' e fazem o coração bater mais forte, duram de 12 a 30 meses (período suficiente para copularmos). A partir de então a freqüência é cada vez menor", explica Sabrina, lembrando ainda que o que fica é o amor.
Para a psicóloga, depois dos 40 são mais valorizados fatores como o companheirismo, a convivência e o desejo de construir uma vida juntos. "O que acontece muitas vezes é que, em relacionamentos entre pessoas de mais de 40 anos, não há uma paixão avassaladora, mas em compensação isso pode fazer com que a relação seja mais duradoura", afirma a psicóloga, explicando que o amor depois dos 40 se baseia no que o outro é e não no que idealiza-se que ele seja. "Não é raro que um casal depois dos 40 possa ‘pular a etapa' da paixão e viver direto o amor, valorizando o companheirismo e convivência", conclui.
Quem somos?
- Preciso Casar
- Ribeirão Preto, SP, Brazil
- Casamentos estão em alta, sabia?! Você procura uma cara metade pra se casar? Ajudaremos encontrar. Mulheres querem se casar, mas faltam noivos... Então, resolvemos atacar de CUPIDOS. Tá a fim? Que fique bem claro: este não é um site comum de relacionamento. É um meio sério, gratuito e bem intencionado, sigiloso, com a finalidade exclusiva de fazer com que as pessoas bem intencionadas se encontrem, se amem, se casem e sejam felizes!!! Siga o seu coração... A sorte está lançada! Escreva prá nós - precisocasar@yahoo.com.br
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Paixão, idealização, relacionamento e, finalmente, amor ....
Nada de pressa. Aprenda a se conhecer para conhecer alguém. Muitos relacionamentos começam com paixão e idealização. Idealizar é enxergar no outro o que você deseja e não as reais qualidades que a pessoa apresenta naquele momento. É querer que o outro responda as expectativas criadas pela sua própria fantasia. De certa maneira, é querer que a outra pessoa realize suas vontades e desejos pré-estabelecidos. Mas, quando saber se isso está dentro do que é considerado normal?
Com o passar do tempo essa paixão muitas vezes passa, pois na verdade não estava ligada a dados reais e concretos, mas a ilusão que é originária, possivelmente, de todos os filmes e histórias românticas vistas e escutadas durante muito tempo (normalmente, já introduzida na infância e reforçada ao longo dos anos).
Mas a vida não é um filme, um livro de romance ou algo em que o acaso é o único dono do destino, sem possibilidades de atuação. Nós podemos começar a fazer novas escolhas mais satisfatórias e adequadas para nossa felicidade e também da pessoa ao nosso lado.
Observe que para tudo na vida, de modo geral, as pessoas dedicam muito tempo para se aperfeiçoarem: estudando, treinando e vivenciando, por exemplo, o trabalho, os esportes, algum novo curso etc., mas no assunto relacionamento tudo parece diferente. Muitos se deixam levar e ficam a mercê do destino e do acaso. Frases como: o que tiver que ser será , quando a gente menos espera a pessoa certa aparece , etc... Todos já ouviram várias vezes. E se esquecem que devem preparar e cuidar dos pensamentos e da maneira com que escolhem quem estará ao seu lado. Deixar de enxergar o outro como ele realmente é, faz com que as pessoas deixem de viver novas experiências para se entregar a padrões criados em sua mente. Portanto, fecha-se os olhos para uma realidade que mais dia ou menos dia aparecerá. Isso se torna um grande problema, pois a ilusão não perdura para sempre e, portanto, após a descoberta, vem a decepção. Sentimento de fracasso, desgosto e desilusão são muito negativos e poderiam, em muitos casos, serem evitados se houvesse uma preocupação com atos e escolhas.
Quem disse que o príncipe encantado existe? Alguém já o viu? E quem arrisca dizer que sim? Será essa pessoa um príncipe encantado de verdade ou uma pessoa normal que você enxerga através de lentes e distorções produzidas pela mente? O que é real e o que imaginário? Sempre ouvimos histórias sobre os príncipes no começo dos relacionamentos, depois de alguns meses eles viram sapos, ou melhor, voltam a ser quem sempre foram, nem príncipes, nem sapos, pois essas percepções só estavam na mente de que os criou. Importante lembrar que homens, também buscam uma mulher perfeita (essa percepção vai variar de pessoa para pessoa, segundo seus critérios de aprendizagem prévia), mas não dão o nome de princesa encantada. Ou seja, todos querem um relacionamento feliz e harmonioso. Cada um dentro de sua realidade e contexto de vida.
Algumas pessoas vivem a vida como se existisse um concurso para eleger quem será o seu namorado (a) e com esse comportamento, deixam de aproveitar os momentos e viver o presente, deixam de viver a vida como ela é. O problema surge quando a pessoa escolhida não condiz com o modelo imaginário, então, já não há mais interesse. Será que se relacionar é apenas ter outra pessoa ao lado que supra as carências? Ideal seria aceitar o outro como ele é e tê-lo ao lado por admiração concreta e real. As carências deveriam ser supridas por cada um e não por outra pessoa.
Com o passar do tempo essa paixão muitas vezes passa, pois na verdade não estava ligada a dados reais e concretos, mas a ilusão que é originária, possivelmente, de todos os filmes e histórias românticas vistas e escutadas durante muito tempo (normalmente, já introduzida na infância e reforçada ao longo dos anos).
Mas a vida não é um filme, um livro de romance ou algo em que o acaso é o único dono do destino, sem possibilidades de atuação. Nós podemos começar a fazer novas escolhas mais satisfatórias e adequadas para nossa felicidade e também da pessoa ao nosso lado.
Observe que para tudo na vida, de modo geral, as pessoas dedicam muito tempo para se aperfeiçoarem: estudando, treinando e vivenciando, por exemplo, o trabalho, os esportes, algum novo curso etc., mas no assunto relacionamento tudo parece diferente. Muitos se deixam levar e ficam a mercê do destino e do acaso. Frases como: o que tiver que ser será , quando a gente menos espera a pessoa certa aparece , etc... Todos já ouviram várias vezes. E se esquecem que devem preparar e cuidar dos pensamentos e da maneira com que escolhem quem estará ao seu lado. Deixar de enxergar o outro como ele realmente é, faz com que as pessoas deixem de viver novas experiências para se entregar a padrões criados em sua mente. Portanto, fecha-se os olhos para uma realidade que mais dia ou menos dia aparecerá. Isso se torna um grande problema, pois a ilusão não perdura para sempre e, portanto, após a descoberta, vem a decepção. Sentimento de fracasso, desgosto e desilusão são muito negativos e poderiam, em muitos casos, serem evitados se houvesse uma preocupação com atos e escolhas.
Quem disse que o príncipe encantado existe? Alguém já o viu? E quem arrisca dizer que sim? Será essa pessoa um príncipe encantado de verdade ou uma pessoa normal que você enxerga através de lentes e distorções produzidas pela mente? O que é real e o que imaginário? Sempre ouvimos histórias sobre os príncipes no começo dos relacionamentos, depois de alguns meses eles viram sapos, ou melhor, voltam a ser quem sempre foram, nem príncipes, nem sapos, pois essas percepções só estavam na mente de que os criou. Importante lembrar que homens, também buscam uma mulher perfeita (essa percepção vai variar de pessoa para pessoa, segundo seus critérios de aprendizagem prévia), mas não dão o nome de princesa encantada. Ou seja, todos querem um relacionamento feliz e harmonioso. Cada um dentro de sua realidade e contexto de vida.
Não podemos esperar a perfeição se não somos perfeitos. Já contava uma história antiga de que um jovem, muito bonito, inteligente, saiu em busca de uma mulher perfeita, por não achar na sua cidade, saiu pelo mundo a procurá-la. Anos depois, voltou a sua cidade natal, sozinho e todos perguntaram se ele havia achado o que procurava em sua viagem. Ele respondeu que sim. E todos curiosos queriam saber onde estava essa mulher, e então ele respondeu: Não estamos juntos. Ela também estava buscando o homem perfeito e foi procurá-lo mundo a fora. O romance além da atração física deve surgir das afinidades e dos objetivos em comum entre duas pessoas. Isso é muito importante, para que se possa compartilhar a vida em diversos momentos, como fazemos com nossas famílias e amigos. Para isso é preciso aproveitar a oportunidade de conhecer o que há de melhor em cada pessoa, independente do fato de que ela será seu namorado (a), esposo (a) ou não.
Compartilhar a vida é também aceitar o outro como ele é e poder abstrair seu melhor. Criar novas amizades, novos conhecimentos, que podem ser importantes em sua vida de outras maneiras e não somente como um romance. Não se pode ou deve depositar suas carências e dependência no outro. Ser livre e saber viver para si é fundamental.
Algumas pessoas vivem a vida como se existisse um concurso para eleger quem será o seu namorado (a) e com esse comportamento, deixam de aproveitar os momentos e viver o presente, deixam de viver a vida como ela é. O problema surge quando a pessoa escolhida não condiz com o modelo imaginário, então, já não há mais interesse. Será que se relacionar é apenas ter outra pessoa ao lado que supra as carências? Ideal seria aceitar o outro como ele é e tê-lo ao lado por admiração concreta e real. As carências deveriam ser supridas por cada um e não por outra pessoa.Existem muitas maneiras de se viver a própria vida ao lado de outra pessoa. Viver uma ilusão sem dados reais leva a frustração. A vida é feita de momentos e de sonhos que podem ser concretizados se houver interesse e dedicação. Deve-se aproveitar a vida e vivê-la intensamente. Aceitar as experiências reais, vividas com verdade, assim fica mais fácil encontrar alguém muito especial.
Adriana de Araújo
domingo, 30 de janeiro de 2011
Você está querendo casar? Quer uma mãozinha?
Vamos lá:
1- Você precisa seguir o blog http://precisocasar.blogspot.com/ - entre no blog, vá a seguidores e faça login clicando em Google, bote os seus dados e uma senha secreta;
2- Acompanhe-nos sempre porque fazemos encontros periódicos e você poderá participar, conhecer pessoas, fazer amigos e até encontrar alguém especial;
3- Mande-nos os seus dados: diga quem você é, como você é (pode mandar fotos), e o perfil da pessoa que procura, etc;
4- Se autorizar podemos publicar no blog;
5- Você também pode seguir nosso blog de festas: http://denisefariafestas.blogspot.com/ - la tem dicas valiosas e até prêmios legais.
Estamos esperando por você!
A Equipe do Preciso Casar
COMO É O SEU BEIJO? BEIJO TEM NOME AGORA!
Beijo francês: não há melhor país no mundo para nomear o mais gostoso dos beijos: o de língua. Os românticos franceses inspiraram o apelido do beijo onde as línguas se entrelaçam. A ironia é que na França o beijo de língua é chamado de beijo inglês. Bem inglês? O iGirl é contra, afinal, tirando o Hugh Grant, os a maioria dos ingleses têm bocas horríveis, com dentes sempre feios.Beijo de esquimó (ou nordestino): o que há em comum entre a friorenta e distante terra dos esquimós e nossa caliente região nordestina? É que na linguagem dos “pingüinzinhos” humanos, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Quem também mistura tudo por aqui são os nordestinos, que vivem carinhosamente pedindo “um cheiro”, mas ganham um beijo. Já os esquimós, ficam mesmo no esfrega-esfrega de narizes.
Beijo fim de feira: mais uma categoria “disgusting”. Sabe quando você vai num churras, passa a tarde inteira no xaveco de um gatinho, mas só depois de se fartar de picanha, frango a passarinho e pão com vinagrete é que vocês se beijam? Pois é, nesse momento vocês estão exercitando o famoso beijo fim de feira.
Beijo conde Drácula: é o beijo que se entende até o pescoço. O maior perigo desse beijo é deixar o conde Drácula se empolgar e deixar o famoso chupão no seu pescoço.
Beijo metralhadora: de uns tempos para cá, o beijo metralhadora também passou a ser conhecido como beijo felícia, uma homenagem a personagem “fofa” do Cartoon Network. Já entendeu o estilo do amasso, né? São beijos desenfreados, atirados para todas as partes do corpo da vítima: testa, bochechas, orelhas, nuca, boca, nada escapa de uma Felícia.
Beijo metralhadora: de uns tempos para cá, o beijo metralhadora também passou a ser conhecido como beijo felícia, uma homenagem a personagem “fofa” do Cartoon Network. Já entendeu o estilo do amasso, né? São beijos desenfreados, atirados para todas as partes do corpo da vítima: testa, bochechas, orelhas, nuca, boca, nada escapa de uma Felícia.
Beijo roda gigante: para praticar o beijo roda gigante, é preciso ter muito equilíbrio e controlar a vertigem. Esse tipo de beijo exige sincronia total, já que o casal beijoqueiro fica virando a cabeça de um lado para o outro e a qualquer sinal de descuido, cacholas podem bater!
Beijo aspirador de pó: aquele em que o garoto ou a garota mete o línguão na goela do companheiro e suga tudo que vê pela frente: língua, dentes, gengiva, amídalas... Também é conhecido como beijo endoscopia, que vai da garganta, desce até o estômago e volta... Eca!
Beijo de tia: aquele em que só as bochechas se encostam, e a boca beija o nada. As estatísticas indicam que a cada segundo são dados 154.920.843.030 bilhões de beijos de tia no planeta Terra (quem será que contou???), o que faz desse estilo o mais popular de todos .
Beijo de amigos: conhecido como selinho. O selinho é sacramentado após os amigos grudarem delicadamente seus lábios – que deverão estar em formato “biquinho” – e mantê-los unidos por, no mínimo, um décimo de segundo. O beijo de amigos foi muito comum em certos períodos da história da humanidade, quando todos se cumprimentavam naturalmente selando os lábios.
Beijo oceânico: comum em tribos da África e Oceania. Um cobre o nariz do outro com os lábios. É absolutamente proibida a troca de beijos oceânicos caso uma das pessoas envolvida esteja gripada.
Beijo musical: é uma modalidade hippie de beijo. Os lábios não se tocam, o homem sopra na boca da mulher com cuidado. Ela controla o som abrindo e fechando a boca. Enfim, uma inutilidade de beijo, para curtir um som é mais fácil ligar o rádio...
Beijo escondidinho: quando a língua desaparece! O beijo escondidinho provoca uma solidão terrível, um vazio profundo. A dica é não se envergonhar e resgatar a língua do companheiro!
BEBER CERVEJA DÁ BARRIGA?
De acordo com a naturóloga Mariana Reis Dias, especialista em nutrição do Otris Spa Urbano, a famosa barriga de cerveja não passa de mito. "Ela é, simplesmente, o local em que nosso organismo mais gosta de armazenar suas reservas. Os acompanhamentos e petiscos (geralmente frituras) associados à cerveja é que são os grandes vilões da famosa barriguinha de chopp. Não há aumento da massa muscular, e sim um inchaço corporal e acúmulo de gorduras localizadas devido aos excessos, tanto de cerveja como dos aperitivos que a acompanham", explica.A naturóloga conta que, como tudo na vida, os excessos não são nada bons para se manter saudável e ter equilíbrio físico e mental. "Ter saúde é ter consciência dos próprios atos. As 'gordurinhas' extras nada mais são do que desobediência alimentar e estilo de vida sedentário. A dose é individual, assim como a consciência de cada um", diz. Segundo Fabiana Schmidt, nutricionista da Clínica Agape, os líquidos em geral podem contribuir para o aumento de peso se a pessoa tiver tendência a edemaciar (acumular líquidos debaixo da pele - o famoso inchaço).
"Mas, será um ganho de peso em água e não em gordura. O problema é que as pessoas não sabem identificar se estão edemaciadas ou não, e quando sobem na balança acham que ganharam gordura", explica.
Fabiana acrescenta que os líquidos são responsáveis pelo aumento do tamanho de estômago; contudo, as pessoas sentem menos fome por causa disso. "Quem bebe durante as refeições fica com o suco gástrico mais diluído, o que atrapalha na digestão. Seu corpo já está acostumado com isso e libera mais suco gástrico para 'compensar'. Como seu corpo sabe que você bebe algum líquido durante a refeição, ele 'relaxa' mais. Literalmente, o tamanho do estômago fica maior, já que neste espaço deve caber comida e líquido", declara.
"Se você pára subitamente de consumir líquidos durante as refeições, certamente irá preencher este espaço que ficou vazio com comida e acabará engordando", completa a nutricionista.
No que diz respeito à cerveja, ela é a mais calórica (144 calorias a cada 350 ml) entre as bebidas alcoólicas. De acordo com Mariana Reis Dias, a alternativa para quem não quer deixar de tomar uma cerveja, mas não quer ficar com a famosa "barriguinha" é não exceder na dose. "Para não cair na tentação, tome uma taça de vinho, um suco de frutas, água de coco. Estas são maneiras leves e gostosas de beber sem ter que fugir do bar. Depende do seu controle", enfatiza a naturóloga. "O álcool deve ser consumido em pouca quantidade, o mínimo possível, preferencialmente nos finais de semana. No máximo duas latinhas ou duas doses dos destilados, já que mesmo estas quantidades são suficientes para agredir o organismo.
A cerveja age igualmente em homens e mulheres: ao ingerir, o álcool é metabolizado no fígado e vai para a corrente sangüínea. O excesso desidrata a pessoa, comenta a nutricionista Fabiana Schmidt.O que fazer para perder e evitar a "barriguinha" indesejada. A personal trainer Simone Diniz, profissional da Clínia Lage, explica que se você ganhou uma "barriguinha", perdê-la será bastante difícil por não existirem exercícios específicos para diminuí-la.
"Ao contrário do que as pessoas acreditam os abdominais não ajudam a perder a barriga, mas somente a fortalecê-la", relata. "O ideal para quem não quer mais ficar com gordura abdominal localizada é combinar exercícios aeróbios para todo o corpo com séries de esforço. Além disso, a postura sempre ereta e a contração constante do abdômen ajudam a evitar a indesejável barriguinha", ressalta Simone.
Serviço:
Mariana Reis Dias - especialista em nutrição
Fabiana Schmidt - nutricionista
Simone Diniz - personal trainer
Fonte: Terra
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