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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Homens têm sentimento?


Homens têm sentimento?

Afinal, de tanto falarmos, tanto julgarmos, o que

 realmente

 sabemos sobre o
 sentimento do sexo oposto
Há uns cinco anos esse texto seria diferente. Falaria sobre como os homens não

 pensam com o mesmo cérebro que nós mulheres ou de como eles são rudes, grosseiros e

 muitas vezes autistas em um mundo que impera o machismo e a tradição masculina. Mas

 como disse, esse é um texto do passado. O que me fez mudar foi experiência ou ilusão?

 Quem sabe ambos ou apenas o aprendizado e amadurecimento. E querem saber? Como

é bom mudar de ideia!
Tudo bem faço as vezes daquelas que ainda se horrorizam com alguns atos masculinos ou que se sentem coagidas diante de alguns ruminantes que andam por aí, mas devo ser imparcial, é fato. Em cinco anos não somente mudou muito em minha vida, ou no meu mundo, mas o próprio cenário de relacionamentos tem sofrido alterações.
Homens são hoje reais companheiros, longe daqueles seres incompreensíveis que víamos. São mais emoção aliada à razão e sofrem diante de corações quebrados ou canções de lembranças vivenciadas. Estão longe da perfeição, devo afirmar (sou realista, mas não Pollyana que vê o mundo em cor de rosa), mas distanciaram-se dos umbiguistas que vagam em nossas vidas.
Lágrimas, sonhos, amores, romance não são mais exclusividade feminina. Eles sofrem, mulheres, é verdade! Choram, refletem, melhoram a anseiam muito um amor verdadeiro. Se você duvida, proponho tentar mais uma vez ao invés de generalizá-los. Vá para a próxima tentativa com o coração aberto. Pode não vir um príncipe encantado, mas pelo menos um vampiro num volvo prata e um peito aberto você poderá encontrar.

Tirar o Sexo da Burocracia.

Casamento cheio de paixão (de novo).

Tirar o Sexo da Burocracia

Sim, o toque é o primeiro passo para o sexo voltar a ser freqüente, gostoso, intenso como nos tempos de namoro. Mas não é suficiente. Falta tempo e disposição para virar a chavinha do trabalho, da atenção aos filhos, das preocupações do cotidiano e... se trancar no quarto a fim de viver uma noite caliente. "A relação amorosa não pode virar mais uma tarefa. Mil vezes não! É melhor fazer menos e com mais qualidade", fala Carmen.

Então, siga o conceito "Less is more" sem culpa. Se não é possível cumprir uma intensa e picante rotina, separe um dia na semana ou um fim de semana no mês para atualizar a vida sexual. Pode apostar: será melhor do que continuarem com aquele roteiro que sempre começa e termina nos lugares de sempre e dura cravados sete minutos. O segredo é bloquear a agenda e não desmarcar por nada (levem isso tão a sério quanto um compromisso profissional ou não vai funcionar!). No começo, procurem colocar de volta na cama aquelas diversões preferidas dos dois e que só praticaram nos seis primeiros meses de paixão. O espírito de descoberta, de investigação do comecinho, também será bem-vindo. Afinal, depois de tanto tempo, seus botões de ignição devem ter mudado (e os dele também). Cá para nós, não é preciso usar um par de algemas de pelúcia se isso nunca fez o estilo do casal. Pode até soar patético! Com o tempo, comecem a inventar novidades para animar o “weekend sagrado”. Pode acreditar: a espera por ele será tão estimulante quanto as férias.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Gerenciar o "Eu" parar criar outro espaço, que se chama "Nós".

Dependência financeira e individualismo podem influenciar nessa decisão.

Você está apaixonada (o) e acredita que não vai conseguir viver mais sem aquela pessoa? Provavelmente isso já passou e passa pela sua cabeça em diversas fases da vida. É natural, pois nos sentimos bem quando estamos junto de alguém que gostamos. "Subjetivamente, quando vivemos com alguém durante algum tempo e este relacionamento alcança dimensões de intimidade, começamos a desenvolver a noção do "nós", de casal", explica a psicóloga Marilene Krom, da Unesp. "A escolha de uma pessoa ou da situação de casar-se é um dos momentos mais importantes da vida de uma pessoa,  na medida em que ela descobre a importância da afetividade e começa a valorizar o amor", diz ela.
Mas, como saber se o que sentimos é forte o suficiente para aguentar a união em matrimônio? A decisão do casamento não é e nem deve ser fácil de ser tomada, pois, conforme ensina a psicóloga Marilene, uma união estável implica em gerenciar o "Eu" parar criar outro espaço, que se chama "Nós".

Amor depois dos 40.

ELAS ENCONTRARAM O AMOR NA IDADE DA LOBA E ESPERAM SER FELIZES PARA SEMPRE...
Aos 20, o frescor da juventude: frio na barriga, calor no resto do corpo e, se possível, muita quantidade. Aos 30, a galera dá uma sossegada: grande parte julga ter encontrado a tampa da panela com quem se casa e começa uma família. Aos 40, muitas já se separaram e estão se preparando para voltar ao mercado amoroso. Outras não chegaram ao altar. Conheça as histórias de mulheres que encontraram o amor na casa dos enta e esperam ser felizes para sempre.
Eles se conheceram no intervalo de uma peça de teatro. O economista Toni, 51, viu a dentista Mara, 46, na bomboniere. "Ele se aproximou e puxou um assunto qualquer sobre a peça. Antes de voltarmos a nos sentar, ele pediu meu telefone e eu dei. Três dias depois, fomos jantar fora", lembra Mara, contando que a paquera evoluir rápido e o namoro também. "Casamos em menos de um ano. Não tinha por que esperar! As pessoas esperavam uma cerimônia simples, mas fiz questão de tudo a que eu tinha direito: casei na igreja de noiva!", revela Mara que acredita ter enfim encontrado o amor da sua vida. "O negócio é não desistir de achar o seu par. Para o amor, a idade não conta", garante ela, com conhecimento de causa.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Noiva não acha noivo e se casa consigo mesma

Noiva não acha noivo e se casa consigo mesma

A mãe dela queria um genro, mas ninguém quis uma sogra...
Reprodução/MSNBCReprodução/MSNBC
Essa aí é a noiva... E o noivo também
Para o homem, "ele vai se casar" não é uma simples frase. É uma sentença.
É, conseguir um (bom) marido está difícil hoje em dia. Por isso mesmo, uma noiva de Taiwan que não tinha noivo resolveu se casar. Sozinha, mesmo.
Chen Wei-yih convidou 30 pessoas, contratou o bufê e teve até a ajuda de uma planejadora de casamentos profissional.
Ela contou ao jornal Metro que até publicou na internet um ensaio fotográfico em que estava vestida de noiva.
- A faixa dos 30 anos é a melhor época da vida, para mim. Meu trabalho e experiência estão em boa forma, mas eu não achei um parceiro. Fazer o quê?
Apesar de ter se casado consigo mesma, Chen disse que, se um dia encontrar um noivo, vai se casar de novo.
A mãe dela, antes de permitir o casamento, disse que queria um genro. Mas ninguém quis uma sogra.
Ah, vai rolar uma lua de mel, na Austrália. Para ela mesma.